quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Woody Allen



"Sexo alivia as tensões. Amor as causa."


"Certa vez tomei a atitude política mais firme de minha vida: passei 24 horas sem comer uvas."

"Eu era muito jovem para ter um carro, então transava com as moças no banco de trás de minha bicicleta."

"Por que Deus não fala comigo ? Se Ele pelo menos tossisse."

"Não é que eu tenha medo de morrer, eu só não quero estar lá quando for acontecer."

"E se nada existe e estivermos todos no sonho de alguém? Ou o que é pior, e se somente aquele cara gordo na terceira fileira existe?"

"Pense: por quê o homem mata? Ele mata por comida. E não somente comida: com frequência, ele também mata por bebida."

"Não é só Deus que não existe, tente chamar o bombeiro nos finais de semana."

"Meu único arrependimento da vida é o de não ser outra pessoa."

"Na maior parte do tempo eu não me divirto muito. O resto do tempo eu não me divirto nada."

"Mais do que nunca na história, a humanidade está numa encruzilhada. Um caminho leva ao desespero e à absoluta falta de esperança. O outro, à total extinção. Vamos rezar para escolhermos corretamente."

"Não despreze a masturbação. É fazer sexo com a pessoa que você mais ama."

"O interessante é que, de acordo com os astrônomos modernos, o espaço é limitado. Esta conclusão é muito reconfortante, principalmente para as pessoas que nunca lembram onde deixaram suas coisas."

"Fui expulso da faculdade por colar na prova de metafísica; eu olhei para a alma do garoto sentado ao meu lado."

"Não posso ouvir muito as composições de Wagner, porque logo sinto um desejo compulsivo de conquistar a Polônia."

"Como posso acreditar em Deus se na semana passada eu prendi minha língua no cilindro de uma máquina de escrever elétrica?"



"O nada eterno não é mal se você estiver vestido adequadamente para a ocasião."

"Minha forma de rir disto tudo é através da verdade. É a brincadeira mais divertida."

"Não quero atingir a imortalidade através do meu trabalho, mas sim simplesmente não morrendo."

"Odeio a realidade, mas é o único lugar onde se pode comer um bom filé."

"O cérebro é meu segundo órgão em importância."

"O que mais odeio é que me peçam perdão antes de pisar em mim."

"Quando eu era pequeno queria ter um cachorro, mas meus pais eram pobres e só puderam comprar-me uma formiga."

"Fiz um curso de leitura rápida e fui capaz de ler 'Guerra e paz' em vinte minutos. Tinha a ver com a Rússia. "

"O sexo é a coisa mais divertida que se pode fazer sem rir."

"O sexo só é sujo se fizer bem."

"O sexo sem amor é uma experiência vazia. Mas como experiência vazia é uma das melhores."

"A única maneira de ser feliz é gostando de sofrer."

"Na realidade, prefiro a ciência à religião. Se me fizerem escolher entre Deus e o ar acondicionado, fico com o ar."

"O amor é a resposta, mas enquanto você a espera, o sexo lhe propõe umas tantas perguntas."

"Não só de pão vive o homem. De vez em quando, ele também precisa de um trago."

"Só existem duas coisas importantes na vida. A primeira é o sexo e a segunda eu não me lembro."

"Interessa-me o futuro porque é o lugar onde vou passar o resto de minha vida."

"O dinheiro não dá a felicidade, mas tem uma sensação tão parecida, que precisa um especialista muito avançado para verificar a diferença."

"Eu não gostaria de pertencer a nenhuma mulher que me aceitasse como marido."

"Eu vejo catástrofes. Pior: eu vejo advogados."

"Chega de fingimento. Meu apartamento é o 904."

"Outro dia estava fazendo um frio tão grande que eu quase me casei."


http://absurdoegenial.blogspot.com/

Crônica de Luiz Fernando Veríssimo sobre o “BBB”

luiz fernando veríssimo

Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço…A décima terceira (está indo longe!) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil, encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.


Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB 11 é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros… todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterosexuais. O BBB 11 é a realidade em busca do IBOPE..

Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB 11. Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.

Se entendi corretamente as apresentações, são 15 os “animais” do “zoológico”: o judeu tarado, o gay afeminado, a dentista gostosa, o negro com suingue, a nerd tímida, a gostosa com bundão, a “não sou piranha mas não sou santa”, o modelo Mr. Maringá, a lésbica convicta, a DJ intelectual, o carioca marrento, o maquiador drag-queen e a PM que gosta de apanhar (essa é para acabar!!!).

Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça,

cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível.

Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo.

Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.

Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? HERÓIS ?

São esses nossos exemplos de HERÓIS ?

Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados..

Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia.

Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.

Heróis, são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, ONGs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína, Zilda Arns).

Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.

O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo,

o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.

E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a “entender o comportamento humano”. Ah, tenha dó!!!

Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.

Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia,

alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?

(Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores!)

Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.

Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa…, ir ao cinema…, estudar…. , ouvir boa música…, cuidar das flores e jardins… ,telefonar para um amigo… , visitar os avós… , pescar…, brincar com as crianças… , namorar… ou simplesmente dormir.



quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

se for falso é muito convincente.....alien

First film of Ectoplasm

Ectoplasm is said to be produced when mediums are in a trance. The material is excreted as a gauze-like substance from a medium's body and spiritual entities are said to drape the substance over them, allowing them to interact with the physical universe.


Ectoplasm has not exactly been confirmed real. However there are materials that ectoplasm resemble like chiffon and animal or human skin.



Provas científicas da reencarnação,DIVALDO FRANCO.

Amor Além da Vida-whith or whithout you.

Vídeo com fotos dos filmes: Amor além da vida, Ghost do outro lado da vida,Em algum lugar do passado, Morro dos Ventos Uivantes e Titanic.

Querido Deus.....



Querido Deus.....




Tudo o que eu peço para 2011 é uma gorda conta bancária e um corpo magro...Favor não misturar as coisas como fez o ano passado senão meu médico me mata!!!

AMÉM!!!!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Oração à São Miguel Arcanjo



Oração à São Miguel Arcanjo


São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede nosso refúgio contra a maldade e as ciladas do demônio.Ordene-lhe Deus, o pedimos, e vós, príncipe da milícia celeste, pela virtude divina, precipitai no inferno a Satanás e a todos os espíritos malignos que andam pelo mundo para perder as almas. Vós, príncipe dos exércitos celestes, vencedor do dragão infernal, recebestes de Deus força e poder para aniquilar, pela humanidade, a soberba do príncipe das trevas. Insistentemente vos suplicamos que nos alcanceis de Deus a verdadeira humildade de coração, uma fidelidade inabalável no cumprimento contínuo da vontade de Deus e uma grande fortaleza no sofrimento e na penúria. Ao comparecermos perante o tribunal de Deus, socorrei-nos para que não desfaleçamos. São Miguel Arcanjo, defendei-nos e protejei-nos. Amém! Amém! e Amém!!!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

LEIS DA ATRAÇÃO



(COISAS QUE SE ATRAEM SEM ESFORÇO NENHUM):

Olhos e bunda Mãos e seios

Pobre e funk

Mulher e vitrines

Homem e cerveja

Chifre e dupla sertaneja

Carro de bêbado e poste

Tampa de caneta e orelha

Moeda e carteira de pobre

Tornozelo e pedal de bicicleta

Leite fervendo e fogão limpinho

Político e dinheiro público

Dedinho do pé e ponta de móveis

Camisa branca e molho de tomate

Tampa de creme dental e ralo de pia

Café preto e toalha branca na mesa

Urina e tampa de vaso sanitário

Dezembro na Globo e Roberto Carlos

Chuva e carro trancado com a chave dentro

Dor de barriga e final de rolo de papel higiênico Bebedeira e mulher feia

Segundas-feiras, mau humor e sono Terças-feiras e sono

Quartas-feiras e sono

Quintas-feiras e sono

Sextas-feiras, bom humor e cervejaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

1- LEIS BÁSICAS DA CIÊNCIA MODERNA:



Se mexer, pertence à Biologia. Se feder, pertence à Química. Se não funciona, pertence à Física. Se ninguém entende, é Matemática. Se não faz sentido, é Economia ou Psicologia. Se mexer, feder, não funcionar, ninguém entender e não fizer sentido, é INFORMÁTICA.

2- LEI DA PROCURA INDIRETA:

O modo mais rápido de encontrar uma coisa é procurar outra. Você sempre encontra aquilo que não está procurando.

3- LEI DA TELEFONIA:


Quando te ligam: se você tem caneta, não tem papel. Se tiver papel, não tem caneta. Se tiver ambos, ninguém liga. Quando você liga para números errados de telefone, eles nunca estão ocupados. Parágrafo único: Todo corpo mergulhado numa banheira ou debaixo do chuveiro faz tocar o telefone.

4- LEI DAS UNIDADES DE MEDIDA:



Se estiver escrito 'Tamanho Único', é porque não serve em ninguém, muito menos em você...

5- LEI DA GRAVIDADE:


Se você consegue manter a cabeça enquanto à sua volta todos estão perdendo, provavelmente você não está entendendo a gravidade da situação...

6- LEI DOS CURSOS, PROVAS E AFINS:


80% da prova final será baseada na única aula a que você não compareceu e os outros 20% será baseada no único livro que você não leu.

7- LEI DA QUEDA LIVRE:


Qualquer esforço para agarrar um objeto em queda provoca mais destruição do que se o deixássemos cair naturalmente

A probabilidade de o pão cair com o lado da manteiga virado para baixo é proporcional ao valor do carpete.

8- LEI DAS FILAS E DOS ENGARRAFAMENTOS:



A fila do lado sempre anda mais rápido. Parágrafo único: Não adianta mudar de fila, a outra é sempre mais rápida.

9- LEI DA RELATIVIDADE DOCUMENTADA:



Nada é tão fácil quanto parece, nem tão difícil quanto a explicação do manual.

10- LEI DO ESPARADRAPO:

Existem dois tipos de esparadrapo:

O que não gruda e;

O que não sai.

11- LEI DA VIDA:


Uma pessoa saudável é aquela que não foi suficientemente examinada. Tudo que é bom na vida é ilegal, imoral, engorda ou engravida.

12- LEI DA ATRAÇÃO DE PARTÍCULAS:


Toda partícula que voa sempre encontra um olho aberto.

CRISE MASCULINA



Quando eu completei 25 anos de casado, introspectivo, olhei para minha esposa e disse:

- Querida, 25 anos atrás nós tínhamos um fusquinha, um apartamento caindo aos pedaços,

dormíamos em um sofá-cama e víamos televisão em preto e branco de 14 polegadas. Mas, todas as noites, eu dormia com uma mulher de 25 anos.

E continuei:

- Agora nós temos uma mansão, duas Mercedes, uma cama super King Size e uma TV de plasma de 50 polegadas , mas eu estou dormindo com uma senhora de 50 anos. Parece-me que você é a única que não está evoluindo.

Minha esposa, que é uma mulher muito sensata, disse-me então, sem sequer levantar os olhos do que estava fazendo:

- Sem problemas. Saia de casa e ache uma mulher de 25 anos de idade que queira ficar com você. E se isso acontecer, com o maior prazer eu farei com que você, novamente, consiga viver em um apartamento caindo aos pedaços, durma em um sofá-cama e não dirija nada mais do que um fusquinha.

Sabe que fiquei curado da minha crise de meia-idade?

Essas mulheres mais maduras são realmente demais!


E PRA COMPLETAR...

- Querida, me responda, onde está aquela mulher linda e gostosa com quem eu me casei?

A mulher responde, sem levantar os olhos do que estava fazendo:

- Querido! Você a comeu. Olhe bem o tamanho de sua barriga!

sábado, 12 de fevereiro de 2011

As cinco perguntas mais temidas pelo homem feitas pela mulher:






1. Em que você está pensando?

2. Você me ama?

3. Você acha que estou gorda?

4. Você acha que ela é mais bonita do que eu?

5. O que você faria se eu morresse?



O que torna estas perguntas tão difícies é que com

certeza vai-se começar uma discussão se o homem

responder incorretamente (isto é, se disser a verdade).



Então, para ajudar, cada questão é analisada abaixo,

juntamente com possíveis respostas.



Questão 1: Em que você está pensando?



A resposta apropriada é, claro: ""Desculpe-me se tenho

andado pensativo, querida. Eu estava só refletindo

sobre quão terna, maravilhosa, carinhosa, inteligente

você é, e como tenho sorte em tê-la encontrado.""



Esta resposta obviamente não tem a mínima semelhança

com a resposta verdadeira, que, na maioria das vezes,

é uma das seguintes:



a. Motocicletas

b. Futebol

c. Em como você está gorda.

d. Em como ela é mais bonita do que você.

e. Como eu gastaria o dinheiro do seguro, se você

morresse.



Talvez a melhor resposta a esta pergunta seja a

sugerida por Al Bundy (Married with children), que uma

vez falou para Peg: ""Se eu quisesse que você soubesse

o que estava pensando, eu estaria falando com você!""



Questão 2: Você me ama?



A resposta apropriada é: ""SIM!"" ou, se você sentir que

uma resposta mais detalhada vale a pena, ""Sim,

querida.""



Respostas inapropriadas incluem:



a. A sim, prá caramba

b. Se eu dissesse que sim, você se sentiria melhor?

c. Depende do que você entende por amor.

d. Isto importa?

e. Quem, eu?



Questão 3: Eu estou gorda?



A resposta correta é um enfático: ""Claro que não!""



Entre as incorretas, estão:



a. Comparada com o quê?

b. Não diria gorda, mas você não está exatamente magra.

c. Uns quilinhos extras ficam bem em você.

d. Já vi mais gordas.

e. Você repetiria a pergunta? Eu estava pensando sobre

como gastaria o dinheiro do seguro se você morresse.



Questão 4: Você acha que ela é mais bonita do que eu?



Mais uma vez, a resposta apropriada é um enfático:

""Claro que não!""



Respostas incorretas incluem:



a. Sim, mas você tem mais personalidade.

b. Não mais bonita, mas, definitivamente, mais magra.

c. Não tão bonita quanto você na idade dela.

d. Defina bonita.

e. Você repetiria a pergunta? Eu estava pensando sobre

como gastaria o dinheiro do seguro se você morresse.



Questão 5: O que você faria se eu morresse?



Uma pergunta definitivamente sem saída. (A resposta

verdadeira, claro, é ""Compraria um Audi TT e um

barco com o dinheiro do seguro"".) Não importa qual

seja a resposta, esteja preparado para, pelo menos,

uma hora de perguntas e mais perguntas, mais ou menos

nesta ordem:



MULHER: Você se casaria novamente?

HOMEM: Definitivamente, não!



MULHER: Por quê? Você não gosta de estar casado?

HOMEM: Claro que sim.



MULHER: Então, você não se casaria?

HOMEM: Ok, eu me casaria novamente.



MULHER: Casaria? (Com um olhar magoado.)

HOMEM: (Resmungo audível.)



MULHER: Você dormiria com ela na nossa cama?

HOMEM: Onde mais?



MULHER: Você guardaria minhas fotos e substituiria pelas fotos dela?

HOMEM: Isto seria o óbvio.



MULHER: E você a deixaria usar meus tacos de golfe?

HOMEM: Ela não pode ¬¬ É canhota.



MULHER: - - - silêncio - - -

HOMEM: Puts..... Éééééé.... (Pensando numa resposta........) Ah! Haha! É brincadeira môr! Era só pra ver a cara que você iria fazer...........

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

flowers Pictures, Images and Photos

Conversação dos ETs por “aparelhos de cabeça”

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Por Pedro de Campos


O Caso Hermínio e Bianca (nome das testemunhas do contato alienígena), conhecido também como Caso Karran (nome do alienígena), ocorreu nas proximidades de Matias Barbosa, estado de Minas Gerais, em 12 de janeiro de 1976, por volta das 23h30, quando o casal foi abduzido. O episódio foi registrado por Bianca, em seu livro As Possibilidades do Infinito [Kópyon, 1987]. Hermínio, por sua vez, contou a experiência em palestras, entrevistas, artigos de revista e outras publicações nas várias formas de mídia.

Maria Aparecida de Oliveira, conhecida como Bianca, conta que o casal era totalmente cético, não tinha ciência do assunto nem acreditava que houvesse vida em qualquer outro planeta, senão na Terra. Bianca fora criada na Assembléia de Deus, “cuja doutrina nem sequer cogita essa possibilidade”, segundo as suas palavras. Contava 21 anos quando conhecera também as Testemunhas de Jeová, mas não chegara a ser uma adepta convicta, embora tivesse admiração e respeito por seus participantes. Aos 28 anos, quando fora abduzida, era descrente da existência de vida fora da Terra.

Hermínio Reis, por sua vez, quando se deu conta de estar a bordo de um disco voador, um engenho que ele “não tinha conhecimento nem vontade de ver”, somente pôde associar o fato à sua crença religiosa. Afinal, segundo as suas palavras, ele “era um líder religioso e não acreditava na possibilidade de vida em outros planetas”. Para ele, “a vida começava na Terra, se desenvolvia na Terra e ficava na Terra”. Após o contato, sua visão alterou-se radicalmente, fazendo-nos refletir.

Podemos considerar que todos os chamados “fenômenos” são regidos por leis muito precisas, mas como as leis muitas vezes não podem ser determinadas, em razão da capacidade limitada da nossa ciência, a interpretação dos fenômenos acaba ficando por conta da crença. Nesse campo, entram em cena a filosofia e a religião, ambas subjetivas, com explicações apenas transitórias até a ciência positiva cumprir o seu papel, certificando os fenômenos com métodos controlados de experimentação. Antes disso, valem as filosofias e as religiões erguidas por homens de raciocínio e conhecimento invulgar, mas tendo por oposição o cientificismo dos céticos.

Excetuando-se os céticos especialistas em enganar o público com ideias falsas, cuja motivação de suas façanhas costuma ser o dinheiro e a evidência pública com características outras além deste comentário, os "céticos científicos", por seu turno, querendo saber tudo materialmente, não raro se fazem símbolos da ignorância; suas explicações não convencem “ninguém”, nem tampouco eles se convencem da de outros: vivem num “perene” desconhecimento. Mas quando vivenciam o insólito em primeira pessoa, mudam de ideia, pois o extraordinário vivido por si mesmo é capaz de redimi-los.

Hermínio e Bianca, criados cada qual em seu sistema de crenças, tiveram dificuldade para aceitar a vida extraterrestre que insolitamente se apresentara a eles. Contudo, sua crença, contrariada pelo contato dos ETs numa experiência tida por real, teve de ceder aos fatos e terminou por render-se ao conhecimento adquirido. De maneira geral, enquanto uma crença é aceita de modo inconsciente, o conhecimento, ao contrário, é uma aquisição consciente da alma; e sendo adquirido de modo racional, tem a força de modificar profundamente o indivíduo. Hermínio e Bianca tiveram de render-se aos fatos, modificaram-se. Conheceram parte de uma verdade absolutamente incomum.

Os ETs que fizeram contato com o casal denotavam espiritualidade elevada, maior que a humana. No aspecto físico, embora fossem semelhantes aos humanos, tinham estatura maior, a qual o homem não possui, e traços fisionômicos distintos. Apresentaram-se densos, dizendo-se oriundos de planeta tridimensional. Seus conhecimentos científicos eram superiores. Dominavam totalmente a luz, usavam energia do vácuo e possuíam tecnologia para viagens interestelares, além de aparelhos de comunicação inexistentes na Terra. De fato, com os “aparelhos de cabeça”, os aliens podiam capturar o pensamento humano, transformá-lo em seu idioma corrente e vice-versa, colocando, em seguida, a resposta no cérebro dos interlocutores, para entendimento mútuo, em tempo real.

Hermínio relatou que dentro da nave surgiu um alien que lhes pôs um capacete na cabeça e, também, na dos dois alienígenas que iriam interagir com eles. “Esses capacetes continham vários cabos, que foram ligados a uma máquina e a partir daí um dos seres começou a falar conosco em seu idioma próprio, sempre olhando para nós”, explicou Hermínio. No início, ele escutou Bianca fazer alguns agradecimentos e responder algumas perguntas. Em seguida, o alien apontou para ele e iniciou a conversa. “Sua voz começou a ressoar dentro da minha cabeça, não era no sistema auditivo”, avaliou Hermínio. E a criatura disse: “Seja bem-vindo”. Ele ficou surpreso, sem palavras.

O alien informou seu nome: “Karran”. Disse que vinha “de um ponto distante, ainda desconhecido dos seres da Terra”. Hermínio tomou um susto, não podia aceitar aquilo: contrariava sua fé. A crença que ele aprendera estava agora em jogo. Entendia que estava diante de Satanás; e achou que tudo aquilo era obra do diabo. Então, tentou esboçar um exorcismo. Levantou-se, fez gestos, clamou por Jesus e Jeová na esperança de aquilo desaparecer. Ficou nessa prática por longo tempo, mas nada... Quando acabou, “nada desaparecera, ‘eles’ continuavam ali, e nós também”, contou desolado. Tudo fora inútil, nada mudara: o casal continuava dentro do disco voador, falando com seres de outra Terra.

Após observar atentamente a prática, Karran quis saber o porquê de ele falar tanto em Deus. Hermínio explicou que se tratava de ensinamentos da Bíblia, um livro que era a “palavra de Deus”. O alien, por sua vez, observou: “O Criador supremo do universo não se conhece verdadeiramente por livros ou coisas semelhantes, mas sim pela terra que se pisa, pelo ar que se respira, pelo alimento, pela visão, pelos sentidos e pelas coisas criadas, não por aquilo que está num livro”.

De modo notório, o alien tinha um Deus; e o conceito que fazia do Criador era algo diferente do de Hermínio. O diálogo fez com que a interpretação inicial fosse modificando aos poucos, pois Hermínio notara, claramente, que Karran não era deste planeta nem, tampouco, a criatura diabólica que sua crença lhe fazia imaginar.

Quanto à tecnologia de comunicação dos aliens, Hermínio observou: “Não falávamos por telepatia, aquele aparelho que estava na minha cabeça fazia as traduções do meu idioma para o dele, e vice-versa”. Além disso, testemunhou que havia um intérprete, infiltrado na Terra há dois anos, que também podia fazer a tradução.

Bianca, por sua vez, descreveu em seu livro alguns detalhes dos “capacetes de tradução”. Falou que eram da cor de alumínio fosco e moldavam-se bem em suas cabeças, cobrindo-as totalmente: “A testa, até a altura das sobrancelhas, as têmporas e os ouvidos, tendo, nesta parte, saliências como se fossem dois fones”. Na testa havia uma lâmpada, e outras lâmpadas menores espalhadas pelo capacete. Ao lado de cada uma, saiam fios cor de prata, com pino na ponta. Tinha também uma caixinha com pulseira, parecida com relógio de pulso, tendo lâmpada e fio como os do capacete.

Apenas concluída a preparação, entrou na sala um ser, pegou fio por fio dos capacetes e ligou cada um numa tomada do aparelho. Os dois alien com capacete sentaram-se nas poltronas, em frente ao aparelho. “Vi duas enormes lâmpadas se acenderam no painel, uma em cima e outra embaixo”, explicou Bianca. Então capacetes e pulseiras se iluminaram, estabelecendo-se a conversa, com perfeito entendimento entre as partes. O casal se deu conta de que estava diante de seres de um planeta que eles não sabiam qual, embora lhes fosse dado o nome, Klermer. “Muito longínquo e desconhecido dos terrenos”, segundo Karran.

O casal somente foi devolvido dois dias depois. Passavam alguns minutos da meia-noite, madrugada de 15 de janeiro, quando o casal parou o carro num posto de gasolina, próximo a Conselheiro Lafaiete, cerca de 200 quilômetros do local da captura. A partir daí, ambos experimentaram mudanças em suas vidas. Na nave, Karran lhes falara dos primórdios da Terra, das coisas do espaço e ensinara-lhes a aprimorar o espírito. Mostrou-lhes que é possível fazer uma prática de exteriorização da alma, observar a vida e o mundo com outros olhos e interagir com entidades de outra vibração.

Conforme postula a Doutrina Espírita, o espírito encarnado vive imerso na matéria, mas durante o sono reparador ou após um desdobramento consciente, pode soltar-se da matéria corpórea e transportar-se a pontos distantes do espaço. Então, como um pássaro fora da gaiola, a alma emancipada interage no mundo dos espíritos, e quando auxiliada por entidades mais evoluídas, pode interagir também na esfera dos seres encarnados em corpos sutis, menos materiais que o nosso.

Nas paragens dimensionais, cada qual gravita conforme seu peso específico. Hermínio e Bianca puderam aprender a técnica de emancipação da alma, ensinando essa prática a muitos outros. Trabalho semelhante é realizado hoje pelo médico, odontólogo e cientista da consciência, doutor Waldo Vieira, e também pelo conceituado autor, radialista e professor Wagner Borges, nosso colega de Equipe UFO, presidente do Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas – IPPB.

Os contatos do ET não pararam aí, houve novos encontros com Karran. Num deles, após Bianca escutar de um grupo amigo que Karran podia ser uma entidade dimensional e não física, ela quis saber a verdade dele mesmo. Então Karran explicou que “as dimensões existem, são frequencias vibratórias do universo”. Falou que os humanos, incluindo ele, pertencem a duas delas: a física, em que estamos; e a outra, em que fomos criados, ou seja, a esfera espiritual. E o ET asseverou: “Não vê que tenho matéria? Portanto, pertenço a esta dimensão do universo, a física”.

Também disse que, embora pudesse sair do corpo em espírito, num efeito que particularmente chamamos “emancipação da alma”, não podia de modo natural incorporar médium na Terra, pois a nossa matéria não suportaria a sua energia. Acentuou que por pertencer a outro sistema solar, sua energia difere muito da terrestre.

O ET falou ao casal de coisas incríveis que teriam acontecido na Terra durante o desenvolvimento do homem, mas em tudo que disse não ofereceu prova. Deu apenas sua palavra, mostrou sua nave e sua tecnologia. Marcou profundamente as testemunhas e deixou a elas a decisão de contar ou não o acontecimento. No final de um dos encontros, quando a nave alçou no céu, Hermínio, tendo obtido consentimento prévio de Karran, tirou várias fotos, as quais ele explica e coloca para conhecimento público.

Quanto a nós, tivemos a satisfação de assistir pela antiga TV Tupy ao programa Flávio Cavalcanti, em 1978, no qual esteve presente o casal contando sua experiência em detalhes. Hoje, 35 anos após a abdução, é possível observar experimentos com ratos, macacos e seres humanos, nos quais vemos feitos fantásticos serem produzidos com a mente e a alta tecnologia. Temos hoje engenhos semelhantes àqueles “aparelhos de cabeça” alienígena, tidos, na época, como objetos de ficção.

Naquela época, embora tais engenhos fossem desconhecidos da nossa ciência, não o eram da dos alienígenas. A tecnologia usada lhes permitia captar e decodificar impulsos cerebrais e sonoros, para conversação direta entre seres de civilizações distintas, numa demonstração de que não estamos a sós no universo e de que nele há seres mais avançados que nós em todos os sentidos. Veja os vídeos abaixo e constate isso.

Pedro de Campos é autor dos livros: Colônia Capella – A outra face de Adão; Universo Profundo; UFO – Fenômeno de Contato; Um Vermelho Encarnado no Céu; Os Escolhidos da Ufologia na Interpretação Espírita, publicados pela Lúmen Editorial. E também do recém-lançamento: Lentulus – Encarnações de Emmanuel. E dos DVDs Os Aliens na Visão Espírita, Parte 1 e Parte 2, lançados pela Revista UFO. Conheça-os!

Flávio Cavalcante: Caso Karran, P2:


Controle da mente, P1:



Controle da mente, P2:



 
fonte:
http://www.ufo.com.br/blog/pedrodecampos

OneRepublic - Secrets

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Epitáfio-Sérgio Brito

DEIXO AQUI MINHA HOMENAGEM A DUAS AMIGAS DO RIO DE JANEIRO,QUE FALECERAM NA TRAGÉDIA DE NOVA FRIBURGO.







Epitáfio

Composição: Sérgio Brito



Devia ter amado mais,

ter chorado mais,

ter visto o Sol nascer...

Devia ter arriscado mais,

e até errado mais,

ter feito o que eu queria fazer...

Queria ter aceite

as pessoas tal como elas são.

Cada um sabe a alegria

e a dor que traz no coração.



Devia ter complicado menos,

trabalhado menos,

ter visto o pôr do sol...

Devia ter me importado menos,

com problemas pequenos,

ter morrido de amor...

Queria ter aceite

a vida tal como ela é.

A cada um cabe a alegria

e a tristeza que vier.



O acaso vai me proteger,

enquanto eu andar distraído.

(3x)



O acaso vai me proteger,

enquanto eu andar...



O acaso vai me proteger,

enquanto eu andar distraído.

(4x)



O acaso vai me proteger,

enquanto eu andar...



Devia ter amado mais,

ter chorado mais,

ter visto o Sol...



sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Administre melhor seu tempo,



Vivemos em um mundo em que temos carros mais rápidos, aviões mais rápidos, podemos enviar mensagens mais rapidamente através de e-mail, preparamos nosso alimento em pouquíssimo tempo em um micro-ondas, e mesmo assim temos menos tempo hoje.




Como administrar melhor o tempo?



Organize uma agenda: Para identificar com precisão como você ocupa o seu tempo, faça uma agenda, dimensione exatamente o percentual de tempo utilizado em cada tipo de atividade. Sem isso, você não poderá detectar onde está gastando mal o seu tempo. Nós nos enganamos ao pensar que sabemos usar nosso tempo, organizando uma agenda você poderá avaliar muito melhor.



Dê prioridade ao que é realmente mais importante, no que trará maiores e resultados. Fazer uma avaliação da forma como utilizamos nosso tempo é o primeira atitude que devemos tomar, e após isso perguntar:



• O que aconteceria se eu empregasse meu tempo usado na atividade A na atividade B, eu teria melhores resultados?

• Como eu posso, com a mesma quantia de tempo, produzir?





Economizando tempo



• Não perca seu tempo resolvendo problemas de outras pessoas, resolva primeiramente os seus próprios.

• Não deixe acumular tarefas, responda objetiva e rapidamente, e terá um problema a menos e não um a mais.

• Não se comprometa com os problemas dos outros. Pessoas preguiçosas adoram empurrar seus problemas. Enquanto descançam ou se divertem, lá está você de cabeça quente, com seus próprios problemas e os dos outros.



Depois que você avaliou como está sendo empregado seu tempo, livrou-se dos problemas pouco importantes ou desnecessários, também siga essas dicas:



• Procure realizar primeiro o que é urgente, depois o que é importante, mas não é urgente.

• Evite conversas telefônicas com assuntos que não vão lhe trazer lucro algum.

• Bate-papo na internet sobre assuntos sem importância, prefira aprender sobre algo que você poderá transformar em lucros.

• Fuja daqueles e-mails encaminhados com piadinhas, adivinhações, etc. Isso não leva ninguém a lugar algum. Você já deve ter recebido vários desses e-mails, o que de bom você ganhou com eles?

• Pegue algo para resolver e resolva-o até sua conclusão. Evite interromper atividades constantemente.

• Não perca seu tempo com assuntos, conversas, ou quaisquer outras atividades que não são realmente importantes. Para você é mais importante algo que seja divertido ou que lhe dê mais dinheiro?

• Se você recebe muitas perguntas sobre o mesmo assunto em seu e-mail, deixe as respostas prontas, perdemos muito tempo formulando a resposta, corrigindo erros gramaticais, etc.

• Faça uma lista com as atividades que você precisa realizar, não confie na sua memória. Não é raro pensarmos em algo, esquecermos, e depois de dias, semanas, mêses lembramos daquilo, e já poderíamos ter realizado.

• Períodos de grandes atividades consertando ou refazendo atividades anteriores.

• Aprenda a dizer não e livre-se de muitos problemas que seriam desnecessários na sua vida.
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Autor: Mario Lopes

www.sitequente.com

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Muçulmanas x Homens Sem Amor,PAQUIST�O
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Enrolados - Trailer - Walt Disney Studios Brasil Oficial














Enrolados Tangled)


lançamento: 2010 (EUA)

direção:Nathan Greno, Byron Howard

atores:Mandy Moore, Sylvia Salustti, Zachary Levi, Luciano Huck.

duração: 92 min

gênero: Animação

status: Em cartaz

Sinopse


Flynn Ryder (Zachary Levi) é o bandido mais procurado e sedutor do reino. Um dia, em plena fuga, ele se esconde em uma torre. Lá conhece Rapunzel (Mandy Moore), uma jovem prestes a completar 18 anos que tem um enorme cabelo dourado, de 21 metros de comprimento. Rapunzel deseja deixar seu confinamento na torre para ver as luzes que sempre surgem no dia de seu aniversário. Para tanto, faz um acordo com Flynn. Ele a ajuda a fugir e ela lhe devolve a valiosa tiara que tinha roubado. Só que a mamãe Gothel (Donna Murphy), que manteve Rapunzel na torre durante toda a sua vida, não quer que ela deixe o local de jeito nenhum.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Inês de Castro


Por Antony C. Bezerra*


"Com respeito aos dramas de Inês, considero como tradição histórica não só o amor de perdição do herdeiro da coroa e o seu desenlace sangrento, mas também os seus reflexos de além-tumba."

(Carolina de MICHAËLIS)



"Agora é tarde, Inês é morta". Poucos são os que nunca ouviram ou mesmo disseram essas palavras. No entanto, poucos também são os que têm conhecimento da origem da frase. Quem é â??essaâ?? Inês? Como ou quando morreu? Se, em nosso país, dúvidas é o que há quanto às mencionadas questões, no além-mar, mais precisamente, em terras lusitanas, não será português aquele que não souber tratar-se, Inês, de uma dama galega - Inês de Castro. Tem-se conhecimento, igualmente, de que foi o amor que a conduziu ao fim, à morte. Fato histórico notório no plano de Portugal, foi recuperado várias vezes em produções artísticas, literárias ou não, no plano luso ou não.



Antes de mais, bom que se saiba que verdade histórica e mito tendem a se confundir no imaginário advindo do episódio que envolve Inês de Castro e seu amante, o futuro rei de Portugal D. Pedro, filho de D. Afonso IV. É um dos não poucos momentos em que o mito (nas palavras de Fernando PESSOA, "o nada que é tudo") assume ares de fato. Se se levar em conta que a raiz da História, em seus relatos inicialmente orais e depois escritos, reside nos mitos, parece mais natural que surpreendente a forma como é encarada a história de amor e morte de uma mulher que, por seus encantos, teve uma imerecida ruína.

Está-se em meados do século XIV, em Portugal, e D. Afonso IV, antepenúltimo rei da dinastia de Borgonha, é o soberano que comanda o país. O momento histórico não é despido de tensões. Sua própria ascensão ao trono é problemática. Sabedor de que seu pai, D. Dinis, tinha o propósito de alçar à condição de rei o filho bastardo Afonso Sanches, o infante desencadeia uma guerra civil que se estenderia de 1320 a 1324. Entre 1336 e 1338, já rei, D. Afonso IV tem de conviver com guerras entre as duas nações ibéricas. Logo depois, em 1340, em decorrência dos avanços marroquinos sobre a península, unem-se Portugal e Espanha para impedir uma das últimas investidas mouras sobre a região européia. A Batalha do Salado, desairosa para os sarracenos, marca a afirmação da posse luso-hispânica sobre o seu próprio território.





D Pedro I



Durante o período, surge um fato que, tendo um papel de segunda plana no que diz respeito a questões de natureza política, acaba por causar grande comoção nacional. De certa forma (e como observa Haquira OSAKABE), materializa um sentimento que, extensivamente, irá caracterizar o espírito lusitano: a saudade, aflorada pelo sacrifício de Inês de Castro.

Nascida em Monforte, no ano de 1325, Inês de Castro era filha bastarda de um notável cavaleiro galego (primo, inclusive, de D. Pedro), Pedro Fernández de Castro, com a portuguesa Aldonza Suárez de Valladares. Em 1340, segue a Portugal no séquito de D. Constança Manoel, prometida do herdeiro do trono lusitano. O infante, sempre insatisfeito com as uniões matrimoniais que lhe eram impostas, dispensara a primeira noiva quando esta contava apenas 14 anos, de fraca que era. Do compromisso com Constança, entretanto, não houve como evadir-se. Casaram-se, mas desde cedo o nobre lusitano deixou-se levar pelos encantos de uma dama (sua prima em segundo grau) loira e de olhos verdes - precisamente, Inês de Castro. Refratário a uniões arranjadas, D. Pedro desejava mesmo compartilhar sua existência com Inês, situação, a princípio, impedida pela condição de ambos.

Ainda casado, já Pedro travava relações amorosas com Inês (e, por isso, condenáveis). O infante, mais que insatisfeito com o casamento, abandonava a mulher à própria sorte (dias de caça, longe de casa, era o que havia), o que a ele valiam muitas críticas do rei, seu pai. Para contornar a constrangedora situação, acabou, Inês de Castro, por ser convidada para madrinha de Fernando, primogênito do casal Pedro e Constança e futuro comandante dos destinos portugueses. De nada adiantou. Como medida extrema, D. Afonso IV forçou Inês ao exílio, e esta veio a se alojar no castelo de Albuquerque, Espanha, próximo à raia alentejana. Eis que, em 1354*, morre Dona Constança ao dar à luz o terceiro filho. Abriu-se, então, o caminho para que os amantes passassem a viver um na companhia do outro. E foi, de fato, o que se sucedeu: D. Pedro mandou vir da Espanha a sua amada. Passaram a morar - ora juntos, ora separados - em Lourinhã e em Moledo.

Tudo eram rosas, até que o rei e seus conselheiros - bem como considerável parcela dos vassalos - passaram a ver perigo nos laços amorosos entre os o infante e a dama galega. A razão? Os dois irmãos da bela Inês - Álvaro Pires de Castro e Fernando de Castro -, cujos anseios pelo poder amedrontavam os portugueses, para os quais era incogitável retornar ao jugo castelhano. Foram responsáveis, inclusive, por que D. Pedro se envolvesse em questões castelhanas, o que, segundo D. Afonso IV, poderia abalar a independência lusitana.

O quadro português, já tenso, sofre um duro golpe com a proliferação da peste negra (em 1348 a 1349). D. Fernando, filho legítimo de Dona Constança e de D. Pedro , vê a sucessão ao trono ameaçada pelos bastardos de Inês. A insatisfação se espraia pelo reino. Culpados para um tal panorama deviam ser encontrados - e, de fato, encontrou-se: Inês de Castro. Incentivado por três de seus conselheiros - Pedro Coelho, Álvaro Gonçalves e Diogo Lopes Pacheco -, D. Afonso IV toma uma medida extrema: decide pela morte da amante do filho.

Os primeiros dias do ano de 1355 são utilizados pelo rei e por seus conselheiros para discutir a melhor forma de pôr os seus macabros intentos em prática. No dia 7 de janeiro, partem, o rei e gente sua, em direção a Coimbra, com o fito de tirar a vida da que ameaçava a estabilidade do reino de Portugal. Em vão foram os apelos de Inês em benefício próprio e de seus três filhos (entre eles, aquele que seria o inaugurador da Casa de Avis, D. João I). Embora, conforme reza o mito, tenha, o soberano, vacilado quanto a matar ou não Inês, foi degolada aquela que tão cara era ao infante D. Pedro. De imediato, o corpo da vítima foi trasladado para a igreja de Santa Clara.





Inês de Castro suplica clemência aos seus algozes



A reação do novamente viúvo não poderia ser senão de revolta. Unido aos Castro e com um exército considerável, partiu com um desejo mortal de vingança sobre o império paterno, chegando mesmo a impor um cerco à cidade do Porto. Por intervenção a rainha Beatriz, mãe de Pedro, pai e filho acabaram por assinar a paz. Mas o infante ainda tinha ânsias de fazer com que se pagasse pelo mal cometido.

Quando, em 1357, morre D. Afonso IV, e D. Pedro I passa a comandar os destinos de Portugal, tem, como um de seus primeiros atos, demandar a extradição, para seu país, dos responsáveis pela morte da bela Inês. E assim foi. Devido a um tratado estabelecido com Pedro, o Cru, rei de Castela (onde estavam os algozes), dois dos assassinos - Pedro Coelho e Álvaro Gonçalves - vão enfrentar o seu fatum na terra natal. Não se sabe ao certo, mas, novamente segundo o mito, um deles teve o coração arrancado pela frente, e o outro, por trás. Longe de dúvidas mesmo está que o terceiro procurado, Diogo Lopes Pacheco, acabou por fugir para terras francesas.

Depois desses fatos, os relatos que há em torno das atitudes de D. Pedro I tanto podem soar a verdade como a implausibilidade. Veras são a trasladação do corpo de Inês de Santa Clara a uma bela lápide construída no Mosteiro de Alcobaça (em 1361) e a declaração da morta como rainha (D. Pedro I revelara, em 1360, ter-se casado secretamente com ela). Comprovadas ainda são a bela estátua sepulcral que se mandou erguer em homenagem à rainha, bem como as grandiosas exéquias promovidas pela ocasião do transporte do corpo. No entanto, a lenda também se faz presente. Conta-se que Pedro teria promovido o beija-mão e o coroamento ao cadáver de Inês de Castro. Diz-se ainda que o soberano tivera o cuidado, ao dispor o seu túmulo e o de sua amada no referido mosteiro, de postar as lápides não lado a lado, mas pé com pé. Para quê? Quando tivessem, ambos, de se acordar no juízo final, poderiam um olhar nos olhos do outro. O oitavo rei de Portugal, motivado pelos fortes sentimentos que o uniam a sua amada, agiria, de acordo com as palavras do historiador Fernão LOPES, motivado por um "grande desvairo".





Túmulo de Inês de Castro



Tal foi a comoção nacional despertada pelos acontecimentos - e pela aura de mito que em torno deles se criou - que não passaria, a história de amor entre D. Pedro I e Inês de Castro, incólume na produção artística, seja de Portugal, seja mesmo de outras nações européias. De acordo com o historiador contemporâneo José Hermano SARAIVA, mais de 120 composições musicais foram elaboradas, somente na Itália, tendo por tema o caso de amor. Em França, Henry de MONTHERLAND compôs a peça teatral La Reine Morte; na Espanha, Amor, Corona y Muerte foi o título que Alejandro CASONA deu a sua peça inesiana. Mas foi na pátria do ocorrido, como não poderia deixar de ser, que as obras literárias acerca do tema proliferaram, promovendo-se enfoques que não podiam senão ecoar de forma profunda a alma lusitana.



Os primeiros textos de que se tem notícia a enfocar o drama do "Romeu e Julieta português" (nas palavras de Alexandra MARTINS) são de Fernão LOPES (1380?-1460?), cronista que conduz a historiografia lusitana a novas perspectivas, ao filtrar as lendas dos fatos. Ansiava por "escrever verdade, sem outra mistura." Supõe-se que suas crônicas [1] abarcassem do primeiro rei de Portugal (D. Afonso Henriques) até o momento histórico vivido pelo autor. No entanto, apenas três desses textos resistiram ao tempo, a saber: Crônica de D. Pedro, Crônica de D. Fernando e Crônica de D. João I. É precisamente a primeira aquela que relata a história de Inês. Serviu-se, LOPES, de historiadores da época do acontecido e de documentos que ao tempo do historiador chegaram.

Outros historiadores do Humanismo lusitano também se ocuparam da temática, como foi o caso de Rui de PINA (1440-1552) e Cristóvão Rodrigues ACENHEIRO (1474-1536?), que, sobre a reconciliação entre D. Afonso IV e o inconsolável filho, escreveu: "E vendo os povos de Portugal os estragos da terra disseram que se conviessem, se não os que não podiam sofrer."





Frontispício de Cancioneiro Geral



Em termos propriamente literários - pensando-se em obras pautadas num fim estético -, é nas "Trovas à Morte de D. Inês de Castro" que o desaparecimento da amante do infante tem seu debute. Redigidas por Garcia de RESENDE (1470?-1536), a composição é publicada no Cancioneiro Geral (1516), obra coligida pelo mesmo autor. É uma recolha de textos líricos, lírico-narrativos e lírico-dramáticos produzidos no âmbito do paço, a chamada poesia palaciana. A composição de RESENDE tende a fundir várias referências literárias, desde elementos da cultura clássica até práticas eminentemente medievais, como no momento em que o eu-lírico se dirige à audiência. O alçar-se à condição de heroína uma figura histórica é uma das inovações mais significativas que o poeta operou. Seguem três estrofes das trovas. Na primeira, fala Inês, já cumprido o seu destino. Na segunda, um de seus algozes, cavaleiro de D. Afonso IV, detém a voz. A derradeira, emitida pelo eu-lírico, é o desfecho do poema.



"Qual será o coração,

tão cru e sem piedade,

que lhe não cause paixão

ua tão grã crueldade

e morte tão sem razão?

Triste de mim, inocente,

que por ter muito fervente

lealdade, fé, amor,

ó príncipe, meu senhor,

me mataram cruamente."



[...]



"â??Com sua morte escusareis

muitas mortes, muitos danos;

vós, senhor, descansareis,

e a vós e a nós dareis

paz para duzentos anos:

o príncipe casará,

filhos de bênção terá,

será fora de pecado.

Quâ??agora seja anojado,

amanhã lhâ??esquecerá!â??"



[...]



"Em todos os seus testemunhos

a declarou por mulher,

e por sâ??isto melhor crer,

fez dois ricos moimentos,

em quâ??ambos vereis jazer

rei, rainha, coroados,

mui juntos, não apartados,

no cruzeiro dâ??Alcobaça.

Quem puder fazer bem, faça,

pois por bem se dão tais grados.



Se Garcia de RESENDE promoveu a estréia de Inês no plano literário, é Luís de CAMÕES (1525?-1580), a grande referência da poesia lusitana ao lado de Fernando PESSOA, que se responsabiliza por consagrar a temática. Em Os Lusíadas, grande épico do povo português, o autor inclui o episódio de Inês de Castro (que, longe de catalisar a ação, mostra-se complementar à história das conquistas lusitanas). Eis uma estância (das 18 que há) a enfocar a temática. Está no Canto III de Os Lusíadas.



"Tirar Inês ao mundo determina,

Por lhe tirar o filho que tem preso,

Crendo co sangue só da morte indina

Matar do firme amor o fogo aceso.

Que furor consentiu que a espada fina,

Que pôde sustentar o grande peso

Do furor Mauro, fosse alevantada

Contra hua fraca dama delicada?"





Imagem Antonio Ferreira



Contemporâneo de CAMÕES e classicista como este, António FERREIRA (1528-1569) compõe a Tragédia de D. Inês de Castro, drama que, sem abrir mão da estrutura clássica, contempla um fato histórico de Portugal. Trata-se, um tal comportamento, de uma renovação do gênero, uma vez que se deixa de lado a mera imitação aos modelos da Antigüidade. A obra de FERREIRA é relevante, ainda, por conferir humanidade às personagens, que longe estão de ser indivíduos de comportamento linear. O trecho a seguir mostra Inês a pedir clemência ao soberano D. Afonso IV. Foi extraído do IV Ato.



"INÊS - Meu senhor,

Esta é a mãe de teus netos. Estes são

Filhos daquele filho, que tanto amas.

Esta é aquela coitada mulher fraca,

Contra quem vens armado de crueza.

Aqui me tens. Bastava teu mandado

Para eu segura e livre tâ??esperar,

Em ti e em minhâ??inocência confiada.

Escusarás, Senhor, todo este estrondo

Dâ??armas e cavaleiros; que não foge,

Nem se teme a inocência da justiça."





Imagem Antonio Patrício



Durante o período romântico (século XIX), há autores que, embalados pela recuperação do passado nacional, ocupam-se da história da mulher que foi rainha depois de morta. Adepto de ideais simbolistas e saudosistas, António PATRÍCIO (1878-1930) será autor do poema dramático Pedro o Cru, que não despreza o episódio de D. Inês de Castro. Ainda no plano do Saudosismo (movimento nacionalista que, associado à Renascença Portuguesa, algumas relações manteria com o Modernismo lusitano), destacou-se a figura de Teixeira de PASCOAES (1877-1952) a ocupar-se do tema da morte de Inês. A faceta místico-histórica de Fernando PESSOA (1888-1935), mais que natural, não despreza a temática, bem como farão Jaime CORTESÃO (1884-1960) e Ângelo LIMA (1872-1921), autor do poema "Inês de Castro".

No plano da segunda metade do século XX, cabe destaque à poetisa Fiama Hasse Pais BRANDÃO (1938-), com o seu "Inês de Manto", vindo a lume em 1971. É o adorno daquela que, só após morrer, é reverenciada como merece.



"O vestido dado

como a choravam

era de brocado

não era de escarlata



Também de pranto

e vestiram toda

era como um manto

mais fino que roupa"



Num tempo mais próximo da atualidade - o que só vem a demonstrar a transtemporalidade da temática de Inês de Castro -, Augustina BESSA-LUÍS (1922-) publica asAdivinhas de Pedro e Inês, de 1986. Num texto que transita entre o literário, o histórico e o biográfico, a autora enfoca o rei D. Pedro I, com referências contínuas, claro está, ao enlace amoroso do soberano com a dama galega. O trecho a seguir mostra João das Regras, personagem histórica, a comentar o suposto casamento entre o infante e a sua amante.



"Mas quanto a D. Pedro ter casado, nunca tive dúvidas; tive só escrúpulos em o afirmar, mas não dúvidas... Eu não provei nada. Limitei-me a calar as bocas, que a política não se faz com murmúrios. [...] Há uma regra que ainda aplico: apoio a tua causa nos modelos estereotipados da opinião popular."



Objeto de considerável produção artística, Inês de Castro parece não ter morrido em vão. Se não para manter airosos os destinos de Portugal, como ansiavam os seus algozes, ao menos para, fenecendo, eternizar-se como a representação deste sentimento tão português que é a saudade. Nesse processo, a mitificação é capital, e redefine os conceitos de realidade e verosimilhança quando se depara com a obra literária, capaz de reunir todos os discursos num só.



NOTA

[1] Crônica, no sentido que aqui se apresenta, é o relato de acontecimentos sob uma ordenação cronológica.





Antony C. Bezerra é colaborador do HISTORIANET.

Mestre e doutorando em Teoria da literatura pela Universidade Federal de Pernambuco; Professor de Literatura portuguesa e de Literatura da língua inglesa na Universidade Salgado de Oliveira, em Recife.