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sábado, 29 de outubro de 2011

Sou como um livro

''Sou como um livro. Há quem me interprete pela capa. Há quem me entende. Há quem leu e não gostou. Há quem leu e se apaixonou.''

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

COMO DRENAR ENERGIAS RUINS

1. Pensamentos obsessivos - Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos - mais comum ao homem ocidental,torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias,enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.

2. Sentimentos tóxicos - Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energiaque alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção desentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetose superar os obstáculos.

3. Maus hábitos,falta de cuidado com o corpo - Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercíciosfísicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.

4. Fugir do presente - As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: "bons tempos aqueles!", costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas,colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoasque vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização,deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.

5. Falta de perdão -Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica "energeticamente obeso",carregando fardos passados.

6. Mentira pessoal - Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta.Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontececom pouquíssimo esforço.

7. Viver a vida do outro - Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energiapara construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.

8. Bagunça e projetos inacabados - A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro "escape" de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe "diz"inconscientemente: "você não me terminou! Você não me terminou!" Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da determinação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempoe energia.

9. Afastamento da natureza - A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.

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segunda-feira, 11 de abril de 2011

como vestir um sari (roupa indiana) - passo a passo.

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A mulher indiana não mostra nem ombros nem pernas. Ela conquista com o sári, as jóias, imitando a deusa Lakshmi, com muitos adereços, kajal nos olhos, henna nos cabelos, brincos, anéis... No casamento, a mulher não ganha liquidificador ou batedeira, recebe jóias. Muitas jóias... É a cultura indiana, que está invadindo o Brasil com a exibição da novela Caminho das Índias, de Glória Perez.



O sári é uma roupa típica indiana para mulheres. A palavra 'sári' vem do sânscrito e significa roupa. Suas cores são fortes, os tecidos cuidadosamente trabalhados e o resultado chama a atenção. O tecido pode ser rico em bordados, de seda, de algodão, com lantejoulas, ou pode ser simples, daqueles confortáveis para ficar em casa. O tecido utilizado varia de 4 metros a 9 metros (que dá bastante pano pra manga) por 1.5 de largura.



A forma de amarrar o sári não é complicada. O sári na verdade não é uma vestimenta, pois não se veste; ele é simplesmente um tecido enrolado no corpo, sem costuras, botões, zíperes, colchetes ou velcros. O tecido deve ser sempre enrolado no corpo no sentido anti-horário. O sári não deve arrastar no chão, para não sujar, mas deve cobrir os pés e a anágua. Para isso, aconselha-se utilizar uma sandália de salto alto.

Siga o passo-a-passo de uma indiana de como vestir o sári:

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Passo 1

Vista o choli (blusa curta para cobrir o busto) e a ghaghra (saia anágua), apertando muito bem a tira na cintura, ou abaixo do umbigo, como preferir.


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Passo 2

Desenrolar o sári, verificando qual deve ser a parte de baixo (normalmente há uma dupla barra que circunda o tecido, tornando-o mais pesado nesta região, interrompida um pouco antes do final). Devemos começar a enrolar por essa ponta. Coloque cerca de 2 cm de uma das pontas do sári dentro da saia. Dê uma volta completa com o tecido, mais meia volta, parando na altura do umbigo.

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Passo 3

Faça algumas pregas, como se fosse uma sanfona, na parte do tecido que ficou na frente. Ajustar, em seguida, o restante do tecido que porventura ficar sobrando, colocando-o também para dentro da anágua. O truque é prender as pregas com um alfinete. Normalmente, as pregas se situam do lado direito do umbigo, mas podem ficar centralizadas no corpo.

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Passo 4

Pegue o restante do tecido, que ficou à sua direita, passe pela frente do corpo em diagonal e jogue por cima do ombro esquerdo, sobre a blusa (a blusa normalmente é decotada, aberta na frente, forrada, mas com mangas transparentes e se situa logo abaixo do busto).

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Passo 5

Com a ponta do sári caída nas costas, dá-se uma volta no corpo e prende-a na anágua, na altura da cintura esquerda. No ombro, prenda o tecido no choli com um broche ou alfinete. O que sobrou do sari pode ser jogado no outro ombro ou usado para cobrir a cabeça. Essa parte que fica caída sobre o ombro é chamada de Pallu.