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domingo, 27 de maio de 2012

Sinopse - Jurema das Matas - Mônica de Castro

A escritora espiritualista Mônica de Castro, autora de inúmeros best-sellers, lança agora seu 15º romance pela Editora vida & Consciência, em que resgata a história de uma das mais importantes entidades da Umbanda, a cabocla Jurema, responsável por transmitir coragem e energia a quem necessita. Em 'Jurema das Matas', Mônica de Castro narra as quatro encarnações que a precedem, mostrando o quanto a simplicidade e a franqueza são fundamentais para que as pessoas não se iludam com falsos valores de conquista e de poder. Da trajetória sangrenta e sofrida, surge uma criatura dócil e infinitamente sábia, disposta a compensar seus desequilíbrios com o auxílio desinteressado aos irmãos de caminhada que formam a família humana.

Jurema das Matas - Mônica de Castro

domingo, 23 de outubro de 2011

As 12 DE SOGRA



1) O cara chega pro amigo e fala:
- Minha sogra morreu e agora fiquei em dúvida. Não sei se vou
trabalhar ou se vou pro enterro dela... O que é que você acha?
E o amigo:
- Primeiro o trabalho, depois a diversão!!!

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2) O homem leva um susto ao ouvir de sua cartomante:
- Em breve sua sogra morrerá de forma violenta.
Imediatamente ele pergunta à vidente:
- Violentamente? E eu? Serei absolvido?


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3) Um homem encontra seu amigo na rua e lhe diz:
- Cara, você é igualzinho a minha sogra, a única diferença é o bigode!
O amigo fala:
- Mas eu não tenho bigode!
- É, mas a minha sogra tem.

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4) Um cara foi à delegacia e disse:
- Eu vim dar queixa, pois a minha sogra sumiu.
O delegado pergunta:
- Há quanto tempo ela sumiu?
- Duas semanas - respondeu o genro..
- E só agora é que você vem dar queixa?
- É que custei a acreditar que eu tivesse tanta sorte!
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5) A sogra do cara morreu. Um amigo perguntou:

- O que fazemos? Enterramos ou cremamos?
- As duas coisas. Não podemos facilitar!
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6) O cara voltava do enterro de sua sogra quando, ao passar por um prédio em obras, um tijolo caiu lá de cima e quase acertou a cabeça dele... O homem olhou pro céu e gritou:
- Já chegou aí, sua desgraçada!!! Felizmente ainda continua com má pontaria!

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7) - Querido, onde está aquele livro: 'Como viver 100 anos?'
- Joguei fora!
- Jogou fora? Por quê?
- É que a sua mãe vem nos visitar amanhã e eu não quero que ela leia essas coisas!

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8) Na sala de espera de um grande Hospital, o médico chega para um
cara muito nervoso e diz:
- Tenho uma péssima noticia para lhe dar.... A cirurgia que fizemos em sua mãe...
- Ah!, ela não é a minha mãe... É a minha sogra, doutor!
- Nesse caso, então, tenho uma boa noticia para lhe dar!

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9) A garota chega pra mãe, reclamando do ceticismo do namorado.
- Mãe, o Mário diz que não acredita em inferno..
- Case-se com ele, minha filha, e deixe o resto comigo!

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10) O sujeito bate à porta de uma casa e assim que um homem abre ele diz:
- O senhor poderia contribuir com o Lar dos Idosos?
- É claro! Espere um pouco que eu vou buscar a minha sogra!

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11) Qual a punição por bigamia?
Duas sogras.

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12) A mulher comenta com o marido:

- Querido, hoje o relógio caiu da parede da sala e por pouco não bateu na cabeça da mamãe...
- Maldito relógio! Sempre atrasado!!!




















sexta-feira, 30 de setembro de 2011

A HISTÓRIA DE ILHABELA

Parte das ilhas que integram o arquipélago de Ilhabela já era habitada muito antes da chegada dos primeiros europeus ao Brasil. Pesquisas arqueológicas realizadas pelo Projeto Arqueológico de Ilhabela já identificaram no território do município 14 sítios arqueológicos pré-coloniais, ou seja, locais que foram ocupados por seres humanos antes de 1500.


Treze desses sítios – descobertos nas ilhas de São Sebastião, dos Búzios e da Vitória – são o que os especialistas denominam “acampamentos concheiros”; que foram habitados – acredita-se que desde o ano 500 antes de Cristo – por “homens pescadores coletores do litoral”, indígenas assim denominados porque não dominavam a agricultura e nem a produção de cerâmica, vivendo apenas do que encontravam na natureza, especialmente animais marinhos.

Um outro sítio arqueológico pré-colonial foi localizado na Ilha de São Sebastião, no bairro do Viana, graças à existência no local de farto material cerâmico da tradição Itararé; indicando a possibilidade de ali ter existido uma aldeia indígena do tronco lingüístico macro-jê.

Milhares de fragmentos arqueológicos já foram recolhidos e integram o acervo do Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Ilhabela.

Apesar de os indígenas da família lingüística tupi-guarani terem dominado, por muitos anos, o litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro, não existe qualquer comprovação arqueológica ou bibliográfica de que eles tenham estabelecido alguma aldeia nas ilhas do arquipélago de Ilhabela. Talvez isso explique porque esses indígenas denominavam a Ilha de São Sebastião como Maembipe, o que significa “local de resgate de prisioneiros e troca de mercadorias”. A escolha de um local neutro para a troca de prisioneiros e mercadorias é um antigo costume tribal vigente até hoje em alguns países da África, Ásia, Oriente Médio e até mesmo na Amazônia.

Os tupis eram profundos conhecedores da natureza e viviam guerreando entre si. Os inimigos eram mortos e comidos pela tribo, durante o chamado ritual antropofágico, no qual se acreditava que as qualidades do inimigo morto seriam transmitidas a quem comesse da sua carne.

Inúmeras palavras de origem tupi-guarani permanecem entre nós até hoje, tais como capim, goiaba, pitanga, mingau, baiacu, mandioca, biju, além de topônimos (nomes próprios de locais) ilhabelenses como Pacoíba, Baepí, Pirabura, Pirassununga, Jabaquara, Perequê, Itaquanduba, Itaguaçu, Cocaia, Guarapocaia, Piava, Piavú, Pequeá, Papagaio, Itapecerica, Sepituba, dentre outros.

Além da grande herança lingüística, os tupis exerceram uma grande influência na cultura e na alimentação do Brasil colonial, sendo que muitos desses hábitos permanecem vivos até os presentes dias na cultura caiçara.

A história colonial de Ilhabela começa quando os integrantes da primeira expedição exploradora enviada por Portugal à Terra de Santa Cruz chegaram a Maembipe em 20 de janeiro de 1502, dia consagrado, pela Igreja, a São Sebastião. Essa expedição – que rebatizou a ilha de Maembipe com o nome de São Sebastião – foi comandada por Gonçalo Coelho, era composta por três caravelas, e dela fez parte Américo Vespúcio, conhecidonavegante italiano.



Américo Vespúcio

Vespúcio escreveu mais tarde que, se realmente existisse um paraíso na Terra, este certamente estaria muito próximo a esta região, hoje denominada Litoral Norte de São Paulo.

Por diversos motivos, essa região permaneceu completamente desabitada ao longo dos primeiros 100 anos após a passagem da expedição comandada por Gonçalo Coelho.

Somente em 1608 é que viriam a se estabelecer os primeiros colonos (sesmeiros) em ambas as margens do canal do Toque-Toque (hoje canal de São Sebastião). Foram eles Diogo de Unhate e João de Abreu, burocratas portugueses oriundos da Vila do Porto de Santos.

A principal atividade exercida pelos colonos era o plantio da cana e a produção de açúcar, utilizando exclusivamente mão-de-obra escrava, na época comercializada livremente. Plantavam-se em menor escala o fumo-da-terra, o anil, o arroz, o feijão e a mandioca, que substituía o trigo.

Com a chegada de mais colonos e escravos, formou-se um povoado onde hoje se localiza o centro histórico de São Sebastião. Em 16 de março de 1636, esse povoado emancipou-se da Vila de Santos, passando a denominar-se primeiramente Vila da Ilha de São Sebastião, depois Vila de São Sebastião da Terra Firme e, finalmente, Vila de São Sebastião.

Francisco de Escobar Ortiz, que tentara, sem sucesso, estabelecer-se em outra ilha, a da Vitória do Espírito Santo, construiu os dois primeiros engenhos de açúcar da Ilha de São Sebastião, mas sua principal atividade era o comércio de escravos, trazidos de Angola em um navio de sua propriedade.

A Ilha de São Sebastião foi integrada ao território da Vila de São Sebastião e assim permaneceria até o início do século XIX.

Durante todo esse tempo, as águas do Litoral Norte foram intensamente procuradas por corsários e piratas europeus e argentinos. Qaurto dos mais famosos aventureiros dos mares que freqüentaram o Litoral Norte foram os ingleses Thomas Cavendish, Francis Drake e Anthony Knivet, e o francês Duguay-Trouin, cujas peripécias, aventuras e desventuras correram mundo e deram origem a lendas que até hoje mexem com o imaginário de muitos aventureiros e caçadores de tesouros.


Thomas Cavendish

Menos famosos, mas tão terríveis quanto Cavendish e Duguay-Trouin, foram os corsários e piratas franceses, ingleses, holandeses e argentinos; sendo que estes últimos infestaram a costa brasileira durante a Guerra da Cisplatina, em ações de corso.

Mais do que inspirar lendas, os ataques de piratas e corsários foram tantos que acabaram motivando a construção de um sistema para defesa das vilas Bela da Princesa e de São Sebastião, cuja espinha dorsal era constituída por sete fortificações erguidas nas duas margens do Canal do Toque-Toque. A principal delas foi o forte do Rabo Azedo, ao norte da Ilha de São Sebastião; e que fica próximo da fortificação da Ponta das Canas, cujas ruínas ainda permanecem em pé.

O aumento significativo da população na Ilha de São Sebastião viria a ocorrer somente na segunda metade do século XVIII, ocasião em que um pequeno povoado começou a ser formado onde hoje se localiza o centro turístico de Ilhabela. Por volta de 1785, esse povoado foi elevado à condição de capela (denominação colonial para o primeiro estágio de um povoamento), recebendo o nome de Capela de Nossa Senhora D´ajuda e Bom Sucesso.

No final do século XVIII, com o ciclo do açúcar em crise, a Ilha de São Sebastião contava com uma população espalhada por todo o seu território, estimada em três mil moradores, cujos líderes pleiteavam a emancipação do território abrangido pela ilha.

Esse movimento – que foi liderado pelo capitão Julião de Moura Negrão, pelo alferes José Garcia Veiga, pelo senhor de engenho Carlos Gomes Moreira, e outros 27 proeminentes moradores da ilha – sensibilizou o capitão-general da Capitania de São Paulo Antônio José da Franca e Horta, que, em 3 de setembro de 1805, baixou uma portaria determinando a elevação da capela à condição de vila, que passaria a chamar-se Vila Bela da Princesa.

O nome na nova vila – escolhido pelo próprio Franca e Horta – foi uma homenagem à Princesa da Beira, dona Maria Teresa Francisca de Assis Antonia Carlota Joana Josefa Xavier de Paula Micaela Rafaela Isabel Gonzaga de Bragança, filha mais velha dos reis portugueses D. João VI e D. Joaquina Carlota; irmã, portanto, de D. Pedro I.



Dona Maria Teresa, a Princesa da Beira

Vila Bela da Sereníssima Princesa Nossa Senhora – como também era chamada – foi oficialmente instalada com solenidades em 23 de janeiro de 1806.

Nesse período, começava a tomar vigor em Vila Bela da Princesa um novo ciclo econômico: o do café; plantado, colhido, descaroçado, secado, torrado, ensacado e embarcado única e exclusivamente por mão-de-obra escrava. Nessa época, o comércio de escravos era realizado de forma clandestina, pois já fora proibido por autoridades internacionais. Por isso, a região de Vila Bela da Princesa voltada para o alto-mar – principalmente a Baía dos Castelhanos – era utilizada para o desembarque de escravos contrabandeados.

Após sua emancipação, Vila Bela da Princesa experimentou 80 anos de opulência e grande poder econômico, graças à agricultura e, principalmente, ao café, plantado em cerca de 30 fazendas espalhadas pelas Ilhas de São Sebastião e dos Búzios. A população rapidamente ultrapassou a casa de 10 mil habitantes. Os fazendeiros enriqueceram, o comércio era próspero e a vida cultural intensa.

Em contrapartida, essas oito décadas de plantio extensivo de café impuseram um alto índice de degradação ao meio ambiente. A produção – extensiva e sem qualquer sustentação ecológica – de açúcar e de café, além de absolutamente nada deixar capitalizado para as gerações futuras, provocou não só uma grande devastação da Mata Atlântica, como também acarretou o desaparecimento de espécies animais e vegetais de um ambiente insular único no País.

Diversos foram os motivos que inviabilizaram a cafeicultura em Ilhabela. O último deles foi a Abolição da Escravidão, em maio de 1888. Isso porque era escrava toda a mão de obra empregada na atividade.

Vila Bela da Princesa e o Litoral Norte entrariam em um longo período de estagnação econômica, que perduraria por quase 70 anos; o que permitiu que a natureza, por si própria, repusesse uma grande e significativa parte da floresta que foi devastada pela agricultura.

A partir do primeiro quarto do século XX começa a ganhar força em Vila Bela a produção de cachaça, já fabricada em 13 engenhos – ou fábricas de aguardente – instalados na Ilha de São Sebastião; sendo a maioria movida por rodas d’água. A cachaça era escoada, em pipas, principalmente para Santos, por meio de uma flotilha de grandes canoas de voga, juntamente com os excedentes agrícolas produzidos pelas roças de subsistência.

Com a crise econômica cada vez mais se aprofundando, o governo do Estado de São Paulo resolveu realizar em 1934 uma reestruturação na divisão territorial estadual, extinguindo 18 pequenos municípios cuja arrecadação não era suficiente para arcar com os gastos da própria administração, entre eles Vila Bela da Princesa, que passou à categoria de distrito e foi anexado ao município de São Sebastião.

A revolta foi grande e o governo estadual, apenas sete meses depois, viu-se obrigado a elevar Vila Bela da Princesa novamente à condição de município. Em 1º de janeiro de 1939, Vila Bela da Princesa passou a denominar-se Vilabela. Pouco mais de um ano depois, o presidente da República, Getúlio Vargas, determinou, sem maiores justificativas, que Vilabela deveria passar a chamar-se Formosa. A formalização da mudança no nome de Vilabela para Formosa veio em 4 de maio de 1940. Um movimento popular levou o governo a mudar o nome do município para Ilhabela, o que passou a vigorar em 1º de janeiro de 1945.

A partir da segunda metade da década de 1950, a produção da cachaça começou a entrar em declínio, sendo encerrada definitivamente em meados da década de 1970.

Se a região se mostrava inviável do ponto de vista econômico, o pequeno porte das roças e do plantio da cana-de-açúcar, a baixa densidade demográfica, a dificuldade de acesso e o relevo geográfico inóspito acabariam propiciando, novamente, as condições favoráveis para que a natureza providenciasse, por seus próprios meios, uma significativa recuperação do meio ambiente e da Mata Atlântica.

Com a melhoria das estradas de ligação entre São José dos Campos e Caraguatatuba, e entre esta cidade e São Sebastião, o turismo começou a ganhar importância econômica em Ilhabela e região a partir da década de 1970.

A construção de residências de veraneio, por moradores das classes média e alta do planalto paulista, também começou a ganhar impulso. A pavimentação da SP-55 – rodovia Dr. Manoel Hypóllito do Rego – na década de 1980, provocou um grande aumento na atividade da construção civil voltada para edificação de residências de veraneio e, em conseqüência, Ilhabela e as demais cidades do Litoral Norte começaram a receber um grande afluxo de migrantes oriundos de diversos Estados brasileiros. Desde a década de 1990, as cidades da região têm enfrentado o maior crescimento demográfico do Estado, o que tem provocado o crescimento urbano desordenado.

Para minimizar este problema, desde 1997 a prefeitura de Ilhabela tem realizado um rígido controle de edificações em áreas de risco e/ou de preservação permanente, o que provocou uma importante redução no crescimento desordenado em relação às demais cidades do Litoral Norte.

Parte das ilhas que integram o arquipélago de Ilhabela já era habitada muito antes da chegada dos primeiros europeus ao Brasil. Pesquisas arqueológicas realizadas pelo Projeto Arqueológico de Ilhabela já identificaram no território do município 14 sítios arqueológicos pré-coloniais, ou seja, locais que foram ocupados por seres humanos antes de 1500.

Treze desses sítios – descobertos nas ilhas de São Sebastião, dos Búzios e da Vitória – são o que os especialistas denominam “acampamentos concheiros”; que foram habitados – acredita-se que desde o ano 500 antes de Cristo – por “homens pescadores coletores do litoral”, indígenas assim denominados porque não dominavam a agricultura e nem a produção de cerâmica, vivendo apenas do que encontravam na natureza, especialmente animais marinhos.

Um outro sítio arqueológico pré-colonial foi localizado na Ilha de São Sebastião, no bairro do Viana, graças à existência no local de farto material cerâmico da tradição Itararé; indicando a possibilidade de ali ter existido uma aldeia indígena do tronco lingüístico macro-jê.

Milhares de fragmentos arqueológicos já foram recolhidos e integram o acervo do Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Ilhabela.

Apesar de os indígenas da família lingüística tupi-guarani terem dominado, por muitos anos, o litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro, não existe qualquer comprovação arqueológica ou bibliográfica de que eles tenham estabelecido alguma aldeia nas ilhas do arquipélago de Ilhabela. Talvez isso explique porque esses indígenas denominavam a Ilha de São Sebastião como Maembipe, o que significa “local de resgate de prisioneiros e troca de mercadorias”. A escolha de um local neutro para a troca de prisioneiros e mercadorias é um antigo costume tribal vigente até hoje em alguns países da África, Ásia, Oriente Médio e até mesmo na Amazônia.

Os tupis eram profundos conhecedores da natureza e viviam guerreando entre si. Os inimigos eram mortos e comidos pela tribo, durante o chamado ritual antropofágico, no qual se acreditava que as qualidades do inimigo morto seriam transmitidas a quem comesse da sua carne.

Inúmeras palavras de origem tupi-guarani permanecem entre nós até hoje, tais como capim, goiaba, pitanga, mingau, baiacu, mandioca, biju, além de topônimos (nomes próprios de locais) ilhabelenses como Pacoíba, Baepí, Pirabura, Pirassununga, Jabaquara, Perequê, Itaquanduba, Itaguaçu, Cocaia, Guarapocaia, Piava, Piavú, Pequeá, Papagaio, Itapecerica, Sepituba, dentre outros.

Além da grande herança lingüística, os tupis exerceram uma grande influência na cultura e na alimentação do Brasil colonial, sendo que muitos desses hábitos permanecem vivos até os presentes dias na cultura caiçara.

A história colonial de Ilhabela começa quando os integrantes da primeira expedição exploradora enviada por Portugal à Terra de Santa Cruz chegaram a Maembipe em 20 de janeiro de 1502, dia consagrado, pela Igreja, a São Sebastião. Essa expedição – que rebatizou a ilha de Maembipe com o nome de São Sebastião – foi comandada por Gonçalo Coelho, era composta por três caravelas, e dela fez parte Américo Vespúcio, conhecidonavegante italiano.



Américo Vespúcio

Vespúcio escreveu mais tarde que, se realmente existisse um paraíso na Terra, este certamente estaria muito próximo a esta região, hoje denominada Litoral Norte de São Paulo.

Por diversos motivos, essa região permaneceu completamente desabitada ao longo dos primeiros 100 anos após a passagem da expedição comandada por Gonçalo Coelho.

Somente em 1608 é que viriam a se estabelecer os primeiros colonos (sesmeiros) em ambas as margens do canal do Toque-Toque (hoje canal de São Sebastião). Foram eles Diogo de Unhate e João de Abreu, burocratas portugueses oriundos da Vila do Porto de Santos.

A principal atividade exercida pelos colonos era o plantio da cana e a produção de açúcar, utilizando exclusivamente mão-de-obra escrava, na época comercializada livremente. Plantavam-se em menor escala o fumo-da-terra, o anil, o arroz, o feijão e a mandioca, que substituía o trigo.

Com a chegada de mais colonos e escravos, formou-se um povoado onde hoje se localiza o centro histórico de São Sebastião. Em 16 de março de 1636, esse povoado emancipou-se da Vila de Santos, passando a denominar-se primeiramente Vila da Ilha de São Sebastião, depois Vila de São Sebastião da Terra Firme e, finalmente, Vila de São Sebastião.

Francisco de Escobar Ortiz, que tentara, sem sucesso, estabelecer-se em outra ilha, a da Vitória do Espírito Santo, construiu os dois primeiros engenhos de açúcar da Ilha de São Sebastião, mas sua principal atividade era o comércio de escravos, trazidos de Angola em um navio de sua propriedade.

A Ilha de São Sebastião foi integrada ao território da Vila de São Sebastião e assim permaneceria até o início do século XIX.

Durante todo esse tempo, as águas do Litoral Norte foram intensamente procuradas por corsários e piratas europeus e argentinos. Qaurto dos mais famosos aventureiros dos mares que freqüentaram o Litoral Norte foram os ingleses Thomas Cavendish, Francis Drake e Anthony Knivet, e o francês Duguay-Trouin, cujas peripécias, aventuras e desventuras correram mundo e deram origem a lendas que até hoje mexem com o imaginário de muitos aventureiros e caçadores de tesouros.


Thomas Cavendish

Menos famosos, mas tão terríveis quanto Cavendish e Duguay-Trouin, foram os corsários e piratas franceses, ingleses, holandeses e argentinos; sendo que estes últimos infestaram a costa brasileira durante a Guerra da Cisplatina, em ações de corso.

Mais do que inspirar lendas, os ataques de piratas e corsários foram tantos que acabaram motivando a construção de um sistema para defesa das vilas Bela da Princesa e de São Sebastião, cuja espinha dorsal era constituída por sete fortificações erguidas nas duas margens do Canal do Toque-Toque. A principal delas foi o forte do Rabo Azedo, ao norte da Ilha de São Sebastião; e que fica próximo da fortificação da Ponta das Canas, cujas ruínas ainda permanecem em pé.

O aumento significativo da população na Ilha de São Sebastião viria a ocorrer somente na segunda metade do século XVIII, ocasião em que um pequeno povoado começou a ser formado onde hoje se localiza o centro turístico de Ilhabela. Por volta de 1785, esse povoado foi elevado à condição de capela (denominação colonial para o primeiro estágio de um povoamento), recebendo o nome de Capela de Nossa Senhora D´ajuda e Bom Sucesso.

No final do século XVIII, com o ciclo do açúcar em crise, a Ilha de São Sebastião contava com uma população espalhada por todo o seu território, estimada em três mil moradores, cujos líderes pleiteavam a emancipação do território abrangido pela ilha.

Esse movimento – que foi liderado pelo capitão Julião de Moura Negrão, pelo alferes José Garcia Veiga, pelo senhor de engenho Carlos Gomes Moreira, e outros 27 proeminentes moradores da ilha – sensibilizou o capitão-general da Capitania de São Paulo Antônio José da Franca e Horta, que, em 3 de setembro de 1805, baixou uma portaria determinando a elevação da capela à condição de vila, que passaria a chamar-se Vila Bela da Princesa.

O nome na nova vila – escolhido pelo próprio Franca e Horta – foi uma homenagem à Princesa da Beira, dona Maria Teresa Francisca de Assis Antonia Carlota Joana Josefa Xavier de Paula Micaela Rafaela Isabel Gonzaga de Bragança, filha mais velha dos reis portugueses D. João VI e D. Joaquina Carlota; irmã, portanto, de D. Pedro I.


Dona Maria Teresa, a Princesa da Beira

Vila Bela da Sereníssima Princesa Nossa Senhora – como também era chamada – foi oficialmente instalada com solenidades em 23 de janeiro de 1806.

Nesse período, começava a tomar vigor em Vila Bela da Princesa um novo ciclo econômico: o do café; plantado, colhido, descaroçado, secado, torrado, ensacado e embarcado única e exclusivamente por mão-de-obra escrava. Nessa época, o comércio de escravos era realizado de forma clandestina, pois já fora proibido por autoridades internacionais. Por isso, a região de Vila Bela da Princesa voltada para o alto-mar – principalmente a Baía dos Castelhanos – era utilizada para o desembarque de escravos contrabandeados.

Após sua emancipação, Vila Bela da Princesa experimentou 80 anos de opulência e grande poder econômico, graças à agricultura e, principalmente, ao café, plantado em cerca de 30 fazendas espalhadas pelas Ilhas de São Sebastião e dos Búzios. A população rapidamente ultrapassou a casa de 10 mil habitantes. Os fazendeiros enriqueceram, o comércio era próspero e a vida cultural intensa.

Em contrapartida, essas oito décadas de plantio extensivo de café impuseram um alto índice de degradação ao meio ambiente. A produção – extensiva e sem qualquer sustentação ecológica – de açúcar e de café, além de absolutamente nada deixar capitalizado para as gerações futuras, provocou não só uma grande devastação da Mata Atlântica, como também acarretou o desaparecimento de espécies animais e vegetais de um ambiente insular único no País.

Diversos foram os motivos que inviabilizaram a cafeicultura em Ilhabela. O último deles foi a Abolição da Escravidão, em maio de 1888. Isso porque era escrava toda a mão de obra empregada na atividade.

Vila Bela da Princesa e o Litoral Norte entrariam em um longo período de estagnação econômica, que perduraria por quase 70 anos; o que permitiu que a natureza, por si própria, repusesse uma grande e significativa parte da floresta que foi devastada pela agricultura.

A partir do primeiro quarto do século XX começa a ganhar força em Vila Bela a produção de cachaça, já fabricada em 13 engenhos – ou fábricas de aguardente – instalados na Ilha de São Sebastião; sendo a maioria movida por rodas d’água. A cachaça era escoada, em pipas, principalmente para Santos, por meio de uma flotilha de grandes canoas de voga, juntamente com os excedentes agrícolas produzidos pelas roças de subsistência.

Com a crise econômica cada vez mais se aprofundando, o governo do Estado de São Paulo resolveu realizar em 1934 uma reestruturação na divisão territorial estadual, extinguindo 18 pequenos municípios cuja arrecadação não era suficiente para arcar com os gastos da própria administração, entre eles Vila Bela da Princesa, que passou à categoria de distrito e foi anexado ao município de São Sebastião.

A revolta foi grande e o governo estadual, apenas sete meses depois, viu-se obrigado a elevar Vila Bela da Princesa novamente à condição de município. Em 1º de janeiro de 1939, Vila Bela da Princesa passou a denominar-se Vilabela. Pouco mais de um ano depois, o presidente da República, Getúlio Vargas, determinou, sem maiores justificativas, que Vilabela deveria passar a chamar-se Formosa. A formalização da mudança no nome de Vilabela para Formosa veio em 4 de maio de 1940. Um movimento popular levou o governo a mudar o nome do município para Ilhabela, o que passou a vigorar em 1º de janeiro de 1945.

A partir da segunda metade da década de 1950, a produção da cachaça começou a entrar em declínio, sendo encerrada definitivamente em meados da década de 1970.

Se a região se mostrava inviável do ponto de vista econômico, o pequeno porte das roças e do plantio da cana-de-açúcar, a baixa densidade demográfica, a dificuldade de acesso e o relevo geográfico inóspito acabariam propiciando, novamente, as condições favoráveis para que a natureza providenciasse, por seus próprios meios, uma significativa recuperação do meio ambiente e da Mata Atlântica.

Com a melhoria das estradas de ligação entre São José dos Campos e Caraguatatuba, e entre esta cidade e São Sebastião, o turismo começou a ganhar importância econômica em Ilhabela e região a partir da década de 1970.

A construção de residências de veraneio, por moradores das classes média e alta do planalto paulista, também começou a ganhar impulso. A pavimentação da SP-55 – rodovia Dr. Manoel Hypóllito do Rego – na década de 1980, provocou um grande aumento na atividade da construção civil voltada para edificação de residências de veraneio e, em conseqüência, Ilhabela e as demais cidades do Litoral Norte começaram a receber um grande afluxo de migrantes oriundos de diversos Estados brasileiros. Desde a década de 1990, as cidades da região têm enfrentado o maior crescimento demográfico do Estado, o que tem provocado o crescimento urbano desordenado.

Para minimizar este problema, desde 1997 a prefeitura de Ilhabela tem realizado um rígido controle de edificações em áreas de risco e/ou de preservação permanente, o que provocou uma importante redução no crescimento desordenado em relação às demais cidades do Litoral Norte.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Amarílis ou amaryllis - Hippeastrum





Hippeastrum / Amarilis

Este grupo é constituido por 75 plantas bolbosas caducas de folha perene, a maioria originárias da America tropical. Habitualmente conhecidas por Lírios de Barbados Lilies e Amaryllis, estas plantas não devem ser confundidas com as Amaryllis Belladonna, que são um grupo completamente diferente. As Amaryllis são excelentes para cultivar em canteiros, em vasos e como plantas de interior. Produzem bonitas flores no exterior, na primavera e verão; no interior, no inverno e primavera. Os bolbos destas plantas são grandes, com algumas variedades a atingirem quase o tamanho de uma bola de softball. Longas folhas, em forma de tira crescem em forma de leque do bolbo ao mesmo tempo que os talos da flor ou depois da florescência. Grupos de duas a seis coroas de flores coloridas, em forma de trompa talo alto e forte, de 30 a 100 centímetros de altura. As flores de de 15 a 25 centímetros são em tons de branco, escarlate, cor de rosa, salmão, e damasco podendo também ser bicoloridas e listradas. As flores duram de cinco a sete dias quando cortaradas.

PLANTAÇÃO: Os Hippeastrums podem ser cultivados como plantas de interior em regiões frescas. Escolha uma posição cheia de sol ou ligeiramente sombreada para os seus bolbos. Eles devem ser plantados em solo bem drenado, arenoso, orgânico (com uma parte de turfa ou musgo de turfa, uma parte estrume bem curtido e um pouco de areia grossa) apróximadamente 20 centimetros de profundidade e a pelo menos 30 centimetros de distância, na Primavera ou Inverno. Devem ser regados regularmente depois que a folhagem emergir; ocasionalmente no Inverno. Tenha cuidado para não regar em demasia ou os bolbos apodrecerão. Quando cultivados em contentores, um vaso de 15 centimetros deve ser usado para cada grande bolbo. Os bolbos de tamanho médio podem ser plantados em vasos de um pouco menores. Um terço do bolbo deve ficar à mostra acima da borda do contentor. coloque o pote em uma sala com luz brilhante e uma temperatura de cerca de 20º C. A produção de flores reduz muito o tamanho dos bolbos, logo que as flores brotarem, deve ser fertilizante líquido. No Outono, quando o crescimento parar, a rega deve ser diminuída gradualmente com a queda das folhas. Durante todo o Inverno, os vasos devem ser postos num lugar seco, onde a temperatura seja apróximadamente 10ª C, assegurando-se que os bolbos se manteem regularmente secos e que não encolhem.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Dieta da Papinha de Bebê





Jennifer Aniston é uma das atrizes que segue a dieta da papinha de bebê



Mais uma vez, Hollywood lançou moda para quem quer emagrecer: a dieta da papinha de bebê.



A novidade já contagiou o cardápio de famosas como Jennifer Aniston, Gwyneth Paltrow, Lady Gaga e Madonna. A fórmula é simples: a pessoa pode comer até 14 potes de papinha por dia, e fazer um jantar com outros alimentos pouco calóricos.






Purê de cenoura, carne e bananas amassadas são comidas típicas para bebês sem dentes, mas essas comidas vêm fazendo sucesso em dietas de famosos.




Essa dieta foi criada pelo treinador de celebridades Tracy Anderson, para perca de peso rápida. É uma idéia bem simples: substituir pacotes de salgadinhos e lanches por potes pequenos de papinha para bebês. Há várias variações nessa dieta que dependem da quantidade de peso a ser perdida:



Completa: Substitui toda a alimentação, comendo 14 potes de papinha de bebê por dia e, opcionalmente, uma refeição adulta saudável no jantar.

Parcial: Essa opção consta de substituir uma refeição, como almoço ou janta, pela papinha e substituir todos aqueles lanches fora de hora por papinha.

Leve: Substitui apenas as refeições mais calóricas feitas em pequenos lanches durante o dia.

O Funcionamento

A papinha de bebê é servida em porções controladas que evitam comer em excesso e te mantêm satisfeito com porções menores de comida. Se você seguir o plano, você ganha muito menos calorias e começa a perder peso.



Mas você só irá perder peso se controlar os tipos de papinhas, número de potes e as calorias nas alimentações suplementares. As papinhas variam de 15 a 100 calorias o pote.



Além disso, a maioria dessas papinhas são fortificadas com vários nutrientes, livres de aditivos e conservantes, com baixa gordura, açúcar e sal. Além de haver uma grande variedade, tendo até os vegetarianos.



O Problema



Mas comidas de bebê são feitas para bebê, com isso faltam certos nutrientes que adultos precisam como fibra, cálcio e vitamina D.



Outro problema que pode complicar a dieta é se a pessoa exagerar nas papinhas ou nas refeições conjuntas.



E finalmente não há um limite para essa dieta, até quando você irá comer papinha? Para sempre? E também não são indicados quaisquer exercícios. Na verdade, a maioria dos adultos só seguirão essa dieta por alguns dias até enjoarem completamente do gosto da papinha.



A Sugestão

Essa é uma dieta interessante e se você quer segui-la aqui vão as sugestões:



Substitua algumas das papinhas por frutas como maçã e pera.

Guarde a noite para um jantar bem equilibrado e saudável.

Compre papinhas de gostos diferentes para incentivar seu paladar.

Planeja ao menos alguns exercícios aeróbicos durante o dia.

Tome refrigerante esportivo para ajudar nos exercícios e na energia do corpo durante o dia.

E finalmente, sempre consulte seu médico antes de começar uma dieta.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

FERNANDO DE NORONHA,eu vouuuuuuuuu!!!!


fernando de noronha Pictures, Images and Photos

Fernando de Noronha







País Brasil

Localização Oceano Atlântico

Arquipélago Fernando de Noronha

Área 16,987 km²

Ponto culminante 321 m

Imagem



Fotografia aérea da Praia do Sancho e do Morro Dois Irmãos.

Fernando de Noronha é um arquipélago pertencente ao estado brasileiro de Pernambuco, formado por 21 ilhas e ilhotas, ocupando uma área de 26 km², situado no Oceano Atlântico, a leste do estado do Rio Grande do Norte. Constitui um Distrito estadual de Pernambuco desde 1988, quando deixou de ser um território federal, cuja sigla era FN, e a capital era Vila dos Remédios. É gerida por um administrador-geral designado pelo governo do estado. A ilha principal tem 17 km² e fica a 545 km do Recife e a 360 km de Natal.



Após uma campanha liderada pelo ambientalista gaúcho José Truda Palazzo Jr., em 1988 a maior parte do arquipélago foi declarada Parque Nacional, com cerca de 8 km², para a proteção das espécies endêmicas lá existentes e da área de concentração dos golfinhos rotadores (Stenella longirostris), que se reúnem diariamente na Baía dos Golfinhos - o lugar de observação mais regular da espécie em todo o planeta. O centro comercial em Noronha é Vila dos Remédios, mas não é considerada capital por ser a ilha um distrito estadual. O parque nacional é hoje administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio)



site de FERNANDO DE NORONHA
http://www.noronha.pe.gov.br/

quinta-feira, 24 de março de 2011

Coisas de sexo pelo mundo



No Líbano, os homens podem, legalmente, ter relações sexuais com animais, desde que sejam fêmeas. Ter relações sexuais com machos será castigado legalmente com a morte.

(Sem comentários.)



No Bahrein, um médico pode, legalmente, examinar os genitais femininos, mas está proibido de olhá-los diretamente durante o exame. Só os pode ver através de um espelho.

(Pôr a mão pode, olhar não!)



Os muçulmanos não podem ver os genitais de um cadáver. Isto também se aplica aos empregados das funerárias. Os órgãos sexuais dos defuntos devem estar sempre cobertos por um pedaço de madeira.

(Por quê um pedaço de madeira?)



Na Indonésia a pena para a masturbação é a decapitação.

(Já abandonei faz um bom tempo!)



Em Guam, existem homens cujo único emprego é viajar pelo país para deflorar virgens, as quais lhes pagam pelo privilégio de ter sexo pela primeira vez. A razão: pelas leis de Guam, é proibido que as virgens se casem.

(Pergunto: existe um emprego melhor no planeta?)



Em Hong Kong, uma mulher enganada pode, legalmente, matar o seu marido adúltero, mas deve fazê-lo só com as mãos. Em contrapartida, a mulher adúltera pode ser assassinada de qualquer maneira pelo marido.

(É isso aí: igualdade de oportunidades para todos! - Onde raios fica Guam?)



Em Liverpool, Inglaterra, a lei autoriza às vendedoras fazer topless, mas somente em lojas de peças de praia e banho.

(Sem comentários. - Será necessário algum exame para o emprego em Guam?)



Em Cali, Colômbia, uma mulher só pode ter relações com o seu marido e na primeira vez que isso ocorre, a sua mãe deve estar no quarto para testemunhar o ato.

(Imagina você tendo relações com a sua recém-esposa e a sua sogra assistindo de camarote e dando palpites? - Não consigo esquecer Guam!)



Em Santa Cruz, Bolívia, é ilegal um homem ter relações com uma mulher e a sua filha ao mesmo tempo.

(Separado, pode! - E ainda por cima, esse emprego em Guam é remunerado!



Em Maryland, EUA, os preservativos podem ser vendidos em máquinas somente em lugares onde se vendam bebidas alcoólicas para consumo no local.

(Sem comentários. - Não consigo tirar Guam da cabeça! Como faço, pra quem mandar meu curriculum?)



Querem saber de uma coisa:





NOTA: Vende-se, bem baratinhos, um barraco (cômodo 3,5 x 2,5, lajotado, telhas Eternit, Favela da Estrada do Tijuaçu, com uma janela de 60 x 60 que dá uma bela vista pra a Favela Mata Machado) e um fusca-75 (vermelho, rebaixado, estofamento em courvin imitando couro de onça pintada, necessitando de alguns pequenos reparos na pintura), por motivo urgente de mudança. Aceita-se troca por um barraco em Guam, preferencialmente numa praia

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Agora,

Leis sobre sexo só nos Estados Unidos

Estado de Wisconsin: é ilegal beijar em trens.

Monroe, Utah: a luz do dia deve ser visível entre casais num salão de dança.

Coeur d’Alene, Idaho: se um policial suspeitar que um casal está fazendo sexo dentro de um carro, ele deve primeiro acionar uma buzina por três vezes, esperar dois minutos e só depois se aproximar da cena.

Liberty Corner, Nova Jérsei: se um casal estiver realizando atos luxuriosos dentro de um veículo e acidentalmente acionar a buzina, pode ir para a cadeia.

Carlsbad, Novo México: durante a pausa para o almoço, nenhum casal pode realizar atos sexuais dentro de um carro, mesmo que este tenha cortinas.

Clinton, Oklahoma: é proibido se masturbar ao ver um casal fazendo sexo dentro de um carro.

Harrisburg, Pensilvânia: é ilegal fazer sexo com um motorista de caminhão dentro de uma barraca.

Oblong, Illinois: é crime fazer sexo enquanto se está caçando ou pescando no dia de seu casamento.

Aimes, Iowa: o marido não pode tomar mais de três goles de cerveja quando estiver deitado na cama com a esposa.

Alexandria, Minnesota: é proibido que um marido faça sexo com a esposa se seu hálito cheira a alho, cebola ou sardinha.

Willowdale, Oregon: nenhum homem pode praguejar enquanto faz sexo com sua mulher.

Bozeman, Montana: é proibido fazer qualquer ato de natureza sexual no jardim em frente à casa, após o pôr-do-sol, se para isto for necessário que você esteja nu.

Hastings, Nebraska: donos de hotéis são obrigados por lei a providenciar um pijama branco limpo para cada hóspede. Nenhum casal poderá fazer sexo sem que esteja vestindo (?) os pijamas.

Sioux Falls, Dakota do Sul: os hotéis são obrigados a ter em seus quartos apenas camas geminadas. Elas devem ficar uma distância de no mínimo 50 centímetros, e é ilegal que um casal faça sexo no chão que separa as camas.

Nevada: sexo sem camisinha é ilegal.

Estado de Maryland: é ilegal vender camisinhas em máquinas, exceto se qualquer bebida alcóolica vendida naquele estabelecimento seja para consumo no local.

Tremonton, Utah: uma lei proíbe que uma mulher faça sexo com um homem enquanto dirige uma ambulância. Além das penas convencionais, o seu nome será publicado no jornal local. Já o homem não recebe nenhuma punição.

Estado de Washington: uma lei proíbe fazer sexo com uma virgem em quaisquer circunstâncias (inclusive na noite de casamento!).

Washington, Distrito de Columbia: a única posição sexual permitida pela lei é a posição “papai-mamãe” (missionary-style). Qualquer outra posição é considerada ilegal.

Connorsville, Wisconsin: é proibido disparar uma arma enquanto a parceira está tendo um orgasmo.

Numa cidade da Pensilvânia: é proibido fazer sexo oral usando batom de baixa qualidade.


segunda-feira, 21 de março de 2011

Anúncio de namoro Ceará - (verdade)




*O jornal cearense receebeu esse pedido de publicação de anúncio, sem


qualquer acréscimo de custo. Afinal, era cômico. Não

esperavam resposta. Mas... Houve resposta... E, da mesma forma que

o anúncio inicial, recebeu local de destaque em sua publicação de

anúncio arrumar namorada**



*Matéria publicada em um jornal de circulação diária do Estado do Ceará *



*(Leia também a resposta da pretendente).*







*Homem descasado procura...*







Homem de 40 anos, que só gosta de mulher, após casamento de sete anos, mal

sucedido afetivamente, vem através deste anúncio, procurar mulher que só

goste de homem, para compromisso duradouro, desde que esta preencha certos

requisitos:

O PRETENDIDO exige que a PRETENDENTE tenha idade entre 28 e 40 anos, não

descartando, evidentemente, aquelas de idade abaixo do limite inferior,

descartando as acima do limite superior.



Devem ter um grau razoável de escolaridade, para que não digam, na frente de

estranhos: 'menas vezes', 'quando eu si casar', 'pobrema no úter', 'eu já si

operei de apênis', 'é de grátis', 'vamo de a pé', 'adoro tar com você' e

outras pérolas gramaticais.



Os olhos podem ter qualquer cor, desde que sejam da mesma e olhem para uma

só direção. Os dentes, além de extremamente brancos, todos os 32, devem

permanecer na boca ao deitar e nunca dormirem mergulhados num copo d'água.







Os seios devem ser firmes, do tamanho de um mamão papaia, cujos mamilos

olhem sempre para o céu, quando muito para o purgatório, nunca para o

inferno. Devem ter consistência tal que não escapem pelos dedos, como massa

de pão. Por motivos óbvios, a boca e os lábios, devem ter consistência

macia, não confundir com beiço.



A barriga, se existir, muito pequena e discreta, e não um ponto de

referência. O PRETENDIDO exige que a PRETENDENTE seja sexualmente normal,

isto é, tenha orgasmos, se múltiplos melhor, mas mesmo que eventuais, quando

acontecerem, que ela gema um pouco ou pisque os olhos, para que ele sinta-se

sexualmente interessante. Independentemente da experiência sexual do

PRETENDIDO, este exige que durante o ato sexual a PRETENDENTE não boceje,

não ria, não fique vendo as horas no rádio relógio, não durma ou cochile.







O PRETENDIDO exige que a PRETENDENTE não tenha feito nenhuma sessão de

análise, o que poderia camuflar, por algum tempo, uma eventual

esquizofrenia.





A PRETENDENTE deverá ter um carro que ande, nem que seja uma Brasília, ou

que tenha dinheiro para o táxi, uma vez que pela própria idade do

PRETENDIDO, ele não tem mais paciência para levar namorada de madrugada para

casa.



Enviar cartas com foto recente, de corpo inteiro, frente e costas, da

PRETENDENTE, para a redação deste jornal, para o codinome:

'CACHORRO MORDIDO DE COBRA TEM MEDO ATÉ DE BARBANTE'.







*Resposta da Pretendente, publicada dias após, no mesmo periódico Cearense:*







Prezado HOMEM DESCASADO...







Li seu anúncio no jornal e manifesto meu interesse em manter um compromisso

duradouro com o senhor, desde que (é claro) o senhor também preencha outros

'certos' requisitos que considero básicos! Vale lembrar que tais exigências

se baseiam em conclusões tiradas acerca do comportamento masculino em

diversas relações frustradas, que só não deixaram marcas profundas em minha

personalidade, porque 'graças a Deus', fiz anos de terapia, o que

infelizmente contraria uma de suas exigências!



Quanto à idade convém ressaltar que espero que o senhor tenha a maturidade

dos 40 anos e o vigor dos 28, e que seu grau de escolaridade supere a

cultura que porventura tenha adquirido assistindo aos programas do 'Show do

Milhão'...!







Seus olhos podem ser de qualquer cor desde que vejam algo além de jogos de

futebol e revistas de mulher pelada. E seus dentes devem sorrir mesmo quando

lhe for solicitado que lave a louça ou arrume a cama.



Não é necessário que seus músculos tenham sido esculpidos pelo

halterofilismo, mas que seus braços sejam fortes o suficiente para carregar

as compras.



Quanto à boca, por motivos também óbvios, além de cumprir com eficiência as

funções a que se destinam, as bocas no relacionamento de um casal devem

servir, inclusive, para pronunciar palavras doces e gentis e não somente:

'PEGA MAIS UMA CERVEJA AÍ, MULHER!'.







A barriga, que é quase certo que o senhor a tenha, é tolerável, desde que

não atrapalhe para abaixar ao pegar as cuecas e meias que jamais deverão

ficar no chão.



Quanto ao desempenho sexual espera-se que corresponda ao menos polidamente à

'performance' daquilo que o senhor 'diz que faz' aos seus amigos! E que

durante o ato sexual, não precise levar para a cama livros do tipo: 'Manual

do corpo humano' ou 'Mulher, esse ser estranho'!







No que diz respeito ao ítem alimentação, cumpre estar atualizado com a lista

dos melhores restaurantes, ser um bom conhecedor de vinhos e toda espécie de

iguarias, além de bancar as contas, evidentemente. Em relação ao carro,

tornam-se desnecessário s os trajetos durante a madrugada, uma vez que,

havendo correspondência nas exigências que por ora faço, pretendo mudar-me

de mala e cuia para a sua casa .... meu amor!!!



*ass: A COBRA *.

Dracula de Bram Stoker - ADORO ESSE FILME.












domingo, 20 de março de 2011

Aprenda um pouco mais sobre a pedra olho de tigre

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Olho,De,Tigre

Olho de Tigre




Pedra de proteção em geral, Afasta olho grande, Clareza do pensamento.



Grupo: Quartzo.

Dureza: 7.

Materiais de origem: Silicato, dióxido com ferro, enxofre, manganês, traços de cromo.

Coloração: Amarelo-dourado até marrom-dourado, marrom até marrom-enegrecido, opaco.

Locais onde é encontrada: África do Sul, Austrália, Burma, EUA, Índia.

Crenças e mitos: As origens do Olho-de-Tigre remontam há muitos anos. Os árabes e os gregos acreditavam que o Olho-de-Tigre fazia com que o seu portador tivesse um temperamento alegre e lhe aguçava os sentidos. Ele protegia contra influências negativas e fortalecia as amizades. Como pedra de proteção e curadora, o Olho-de-Tigre continua a merecer, hoje em dia, um grande apreço.

Efeitos terapêuticos para o corpo:O Olho-de-Tigre tem propriedades muito curativas sobre a cabeça, fortalece o cérebro; também é responsável pela coordenação dos movimentos do nosso corpo e fortalece o sistema nervoso vegetativo. O Olho-de-Tigre tem propriedades especialmente curativas sobre os ossos, as juntas e o metabolismo.

Efeitos terapêuticos para a psique:O Olho-de-Tigre dá mais segurança no trato de assuntos financeiros e protege contra fraudes. É difícil passar para trás as pessoas que trazem sobre o seu corpo um Olho-de-Tigre. O Olho-de-Tigre traz à pessoa que o porta mais calor familiar e equilíbrio. Em meditação, desenvolve o Olho-de-Tigre poderosas ondas mediante a sua colocação sobre o plexo solar e penetra muito fundo sobre nós, harmonizando as nossas necessidades. Contribui para a ordenação de nossos pensamentos e desejos, fortalecendo nossa autoconfiança e sensação de valor próprio.

Indicado para:Sensação de equilíbrio, capacidade de iniciativa, eleva a capacidade de raciocínio, por exemplo, no caso de exames. Relaxamento, harmonia, capacidade de assumir compromissos, confiança. Doenças nervosas, inflamações dos nervos, mania de perseguição, efeitos terapêuticos sobre os ossos, reumatismo das juntas, lumbago, estabiliza troca dos tecidos, fortalece o fígado, minora problemas de asma, falta de ar, alergias, olhos, brônquios e plexo solar.

Formas existentes: Pedra bruta, lapidada, pingente, cordão.



Signos: Gêmeos (21/5 a 20/6).



Profissões: Comunicador, Publicitário, Detetive, Mergulhador.



Planeta: Sol.



Mês: Novembro.



Chacra: Plexo Solar: localiza-se abaixo do coração, sua cor é amarelo e age na digestão, emoções e metabolismo.

http://www.cristaisdecurvelo.com.br/